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A Rainha da
Jordânia
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Viram a Rainha da Jordânia? Que mulher completa! Até no nome é
rainha, pois de seu nome para rainha só falta uma letra: Raina.
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De repente a gente passa a admirar – e a gostar! - em vez do
rei, uma rainha: linda, simpática, discreta, educada e culta -
além disso, mãe de quatro filhos precisa de mais?
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Que diferença de certa candidata... nem comentemos...
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A Jordânia nos lembra o Rio Jordão. E Rio Jordão nos lembra
João Batista, que se alimentava principalmente de gafanhotos.
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Encontram-se os
gafanhotos em várias partes do mundo: América, Europa, Ásia
Ocidental e região norte da África.
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As pernas traseiras são grandes e fortes, possibilitando-lhes
saltos a grandes distâncias – emitem um som esfregando uma na
outra. Possuem um par de pequenas antenas. Apesar de hábitos
solitários, quase sempre formam grandes grupos – nuvens de
gafanhotos – para atacar plantações. Seu acasalamento ocorre
durante o verão, a fêmea coloca de 50 a 100 ovos e as larvas
nascem durante o inverno. Alimentam-se de variadas folhas e
árvores.
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Já o grilo é ainda hoje usado como alimento e sua criação em
cativeiro é feita há mais de mil anos em países como a China,
Japão, África do Norte e Europa Ocidental – também em Pelotas
há uma boa criação. Na China servem até como animais de
estimação e para briga, como nossos galos. Com uma série de
pelos nas bordas de suas asas, alinhados como pentes, roçando
uma sobre a outra são produzidos os sons, para atrair as
fêmeas.
Benedito C. A. Franco
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 30/10/2008
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