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Feliz Natal!
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- O pinheiro é o representante
nacional, na Europa, das coníferas - chamadas
ever-green ou
sempre-verdes, porque não perdem as folhas no
inverno.
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- A primeira árvore de Natal,
decorada como estamos acostumados a ver, apareceu na Alsácia,
região entre a França e a Alemanha de hoje, em 1605. Seus ramos
enfeitavam as casas em épocas frias e, diziam, asseguravam a
abundancia de pão e riquezas.
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- O ponto central do ciclo de
Natal é a Missa do Galo realizada na noite de 24 de dezembro.
Até o século IV, o Natal não tinha data fixa, pois ora era
realizado em janeiro, ora em abril. O Papa Júlio I, em 376,
fixou a data de 25 de dezembro.
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No ano de 476, a Igreja autorizou
o sacerdote a rezar três missas no Natal: a primeira seria à
meia-noite – hora do nascimento -, a segunda de madrugada – hora
da adoração dos pastores – e a última no nascer do sol. Esta
ganhou o apelido de Missa do Galo, porque ele é o animal que
anuncia o dia enquanto ainda é noite.
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- A tradição de trocar presentes
no Natal, deve estar relacionada com os presentes que os três
Reis Magos trouxeram para o Menino Jesus. Só no início do século
XX, os presentes passaram aos poucos a assumir o papel principal
nas festas, graças tanto ao apelo comercial como à influência da
história do Papai Noel.
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- O Natal brasileiro é folclórico.
Começa no dia 06 de dezembro e termina em 06 de janeiro com a
folia dos reis. A
marca comum é uma incrível misturada. De um modo geral as danças
vieram da França e evocam os bailes medievais. A música é
inspirada nos ritmos afro-brasileiros e poetas populares
constroem versos para os brincantes, personagens
extraordinários, que se comprometem com a folia por sete anos e
encarnam mouros e cristãos portugueses, anjos e diabos, pastores
e reis magos, reis e rainhas – todos desfilando em honra do Deus
Menino.
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- A palavra presépio vem do latim
praesepium e
significa curral, estrebaria. Havia um presépio pintado nas
catacumbas de São Sebastião, num túmulo de uma família cristã
que viveu por volta do ano 380.
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- No Brasil, o presépio é um
símbolo marcante do Natal. Em alguns lugares a Natividade é
encenada com figuras vivas e Deus Menino pode ser uma criança
negra ou indígena.
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Na casa de um meu amigo, na
encenação, ele foi o São José, a esposa a Santana, a filha de
dez anos a Nossa Senhora e a filhinha recém-nascida de uma amiga
foi o Menino Jesus – linda e emocionante a festa!
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- Não pode faltar luz no presépio.
É comum manter-se junto uma lamparina candeia ou uma vela que é
acesa ao pôr-do-sol. O Deus Menino, ao nascer, era pagão e não
podia dormir no escuro, pois alguma bruxa poderia vir e pegá-lo.
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- O burro e o boi são figuras
tradicionais nos presépios. O burro simboliza os pagãos e o boi
os judeus, ambos sujeitos ao jugo da lei cristã.
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- No folclore caipira, os três
reis magos são: o Branco, o Caboclo e o Congo. O Branco é
Melchior, ou Melquior, um ancião de barba branca e longa, que
trouxe ouro puro para o Rei-Jesus; o Caboclo é Gaspar, forte,
imberbe e de pele corada, que trouxe mirra para o Homem-Jesus: e
o Congo é Baltasar, um negro forte de barba espessa, que trouxe
o incenso para Deus-Jesus.
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- No Natal, o importante é se
alegrar pela vinda do Senhor. A diferença nos une e a alegria
nos faz compartilhar, tornando-nos mais unidos na fé e no amor a
Jesus Cristo, formando assim uma só família, a família de Deus e
de irmãos.
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Vivamos com imensidade a nossa
vida, o nosso Natal!
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Feliz Natal e próspero Ano Novo de
2009 para todos nós!
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(Fonte:
Cartinha do Sem.CSSR
Santo Afonso)
Benedito C. A. Franco
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 18/12/2008
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