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Não acredito:
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- Na gripe suína – muita gente comenta que
é um grande marketing da venda de vacina...
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- No protetor solar. São caros e com
propagandas em horários nobres – dá para desconfiar.
Há até lei para obrigar os operários trabalhadores
nas estradas e ruas a usá-lo. Não se fala que é
melhor evitar tomar sol de 10 às 16 horas...
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- Na Conferência do Clima em Copenhague –
apenas interesses econômicos para sufocar ainda mais
os países pobres...
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- O pior de todos: em político honesto!
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Marcelada
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No curso de química, no Rio, tinha como bons colegas
o Josino, o Edson e o Marcelo - moravam num quarto
em um apartamento de umas velhinhas italianas (bem
velhas mesmo!), no Largo do Machado.
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Josino entrou, ainda no segundo ano de estudo, como
químico numa multinacional do petróleo. Na escola só
aceitava nota dez nas provas, e quando ganhava nota
diferente de dez, discutia com o professor para
convencê-lo de que dez era a merecida – brigava se
necessário fosse... Enchia tanto a paciência do
professor que acabava ganhando a nota máxima!
Realmente muito inteligente e ótimo aluno.
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Edson era muito pouco santo – desonesto até onde a
gente não chega nem em pensamento – incrível! Mas
era um bom colega – com algumas ressalvas, é claro.
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Matemática e física as matérias nas quais eu tinha
maior facilidade. Antes de uma das provas de física,
o Edson me falou que, além de ter tido pouco, ou
nenhum tempo para estudar, nada sabia sobre o
assunto que deveria cair na prova. Pediu se poderia
sentar-se ao meu lado e se eu deixaria ele colar o
que eu ia resolvendo. Como negar?- Primeiro calculei
tudo em um rascunho e o Edson aproveitava e colava.
Um dos resultados, de um dos problemas, era um
desses números com dez zeros após a vírgula e mais
cinco algarismos no final – o Edson copiou todo o
meu rascunho.
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Nota 10!
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Quando o professor devolveu-nos as provas, recebi
nota 9,5 e o Edson ganhou um dez. Acontece que, por
norma da Escola, os resultados das notas eram
números unitários e os fracionados eram acertados
para cima – portanto minha nota seria também um dez.
O professor deu-me o 9,5 por ter eu colocado nove
zeros e não dez após a vírgula. O Edson, depois de
eu comentar com ele o meu erro, foi ao professor
reclamar que eu, tendo errado o resultado, acabaria
também recebendo um dez, igual ao dele, o que seria
injusto – exigia que eu recebesse um 9 (nove), pois
nossas notas não poderiam ser idênticas. Ainda bem
que o professor confirmou a minha nota!
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O barbeiro
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Marcelo trabalhava como barbeiro no Leblon. Muito
honesto, ótimo colega, mas química que era química
não entrava em sua cabeça, nem a pau! Falava cada
uma de lascar! Quando a gente enganava ou errava, um
desses erros cabeludos, não se dizia burrada,
todos os colegas da sala de aula gritavam logo e em
uníssono:- Que marcelada! Ele ria e
aceitava numa boa. Também não era pra menos, pois
sabia que era uma santa brincadeira, sem
intenção de humilhá-lo ou magoá-lo. E depois, era
muito querido e admirado e ajudado por todos, por
sua simpleza, honestidade e amizade.
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Terminamos o curso de química. O que faria e como
faria o Marcelo?
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Reunimo-nos, alguns colegas, e exigimos do Josino -
nessa época já ocupava um importante cargo na
multinacional – que arranjasse o estágio para o
Marcelo; saiu-se daqui, pulou dali, desculpou-se de
mil e uma maneiras, mas acabou concordando - afinal,
além da grande pressão, eram colegas de quarto por
muitos anos.
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Marcelo entrou na firma e... menos de um ano depois,
era chefe do Josino!
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Marcelo foi descoberto e, convidado, ingressou numa
grande indústria, com mais de mil empregados, com a
finalidade de montar o laboratório. Em muito pouco
tempo, passou a Gerente Geral da fábrica.
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Hoje, acabaram-se as marceladas de erros e
apareceram as marceladas de acertos e
economicamente corretas... É o industrial Marcelo.
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Você, sua Família ou amigos podem ser doadores de
órgão ou de medula... Procurem saber como...
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Gostou?... Repasse para os amigos!
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Veja também:
www.paralerepensar.com.br/beneditofranco.htm
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Caros Amigos, como não possuo banda-larga, peço-lhes
não me enviar emails com mensagens longas. Grato
antecipadamente.
Benedito C. A. Franco
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 19/01/2010
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