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- Solidão
Me sinto só, em meio à multidão.
Rostos estranhos, desconhecidos,
são olhos que se cruzam com os meus.
Anônimos, passeiam para lá e para cá,
alheios à minha dor.
Nenhum sorriso, nenhum afeto.
Cada um segue seu próprio caminho.
Carregam na alma, segredos, como eu.
OBS.: Este poema é um indriso, uma nova forma poética,
derivado do soneto. O indriso foi criado pelo escritor
espanhol Isidro Iturat (www.indrisos.com).
Cláudia Banegas
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Publicação:
www.paralerepensar.com.br
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11/10/2007
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