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MOSTRA-ME O CAMINHO...
Que avenida ampla,
orquídeas finas em dó
maior,
soprano ou tenor,
sucção do Amor...
Mostra-me o caminho,
deitada eu, em odores de absinto,
turbilhão na mente,
rindo, carente,
lábios úmidos,
corpo quente... tua, nua,
falaste na penugem da flor,
aberta para o teu Amor!
Mostra-me o caminho,
enroscada no teu carinho!
Corpos que se reconhecem,
doce ninho...
saudades,
em lençóis de linho!
Elvira Camarinha
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Publicação:
www.paralerepensar.com.br -
25/04/2006

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