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BIOGRAFIA
FABIO
José Alfredo Santos da ROCHA
vive no Rio de Janeiro, onde nasceu, em 04 de junho de 1976. Cursou
Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Rio de Janeiro (mas não
concluiu o curso)* e se formou em Administração de Empresas na
Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
FABIO
é
FABIO
mesmo — como
MARIO,
o Quintana, é
MARIO
— sem acento, o que ele explica em versos:
E s c o l h a
A D r u m m o n d
O
meu Fábio é Fabio.
Nem nasci, tropeçavam em mim.
Tive
então duas escolhas:
Ser pedra ou poeta.
Fora isso, é muito pouco o que ele diz de si mesmo:
"Quanto a falar de mim, é a parte mais difícil
(sorri, disfarçando).
Acho
que comecei a escrever por dois motivos: sempre gostei demais de ler e
admirava os escritores (de prosa ou verso) que conseguem transmitir pros
leitores algo que inspire, emocione ou faça pensar. O outro motivo é que
falo pouco
(sorri, certo de que está justificado).
Então, alguns anos depois de começar a escrever poemas, comecei a fuçar
na Internet e aprendi a fazer páginas. E como não tinha nada melhor para
colocar na
homepage,
pus uns poemas. Eu não esperava, mas deu certo. Hoje já são mais de 350*
mil visitantes e o site ganhou vários prêmios. Foi isso que me estimulou
a escrever mais e participar de concursos. Também tive várias surpresas
boas e conheci pessoas maravilhosas e cheias de talento, graças a ele.
Pessoas que, infelizmente, a mídia em geral não mostra, mas que estão a
apenas um clique de distância".
Deu
certo mesmo. Ao longo de um tempo historicamente curto — ele começou a
escrever em 1994, aos 18 anos de idade —
FABIO ROCHA
publicou vários*
livros
e juntou um monte de
premiações em
concursos.
Seus poemas estão nos seus livros (de papel e eletrônicos), em
vários sites
de língua portuguesa, são notícia de
jornal
e até
andam de ônibus.
Como foi o caso do seu poema "A Magia da Poesia" que circulou no
Busdoor
colocado na traseira dos veículos de Blumenau, no período de outubro a
dezembro de 2000. Foi este poema que deu nome ao seu primeiro livro,
publicado em janeiro de 2001. Depois, vieram mais cinco, eletrônicos —
"Tudo Pelos Ares" (março de 2001), "Na Medida do Impossível" (agosto de
2001), "PraLarvas" (2002), "Vice-Rei" (2002), "Caminho a Manhã" (2003) e
"Liberdade" (2004)* — todos disponíveis para leitura no seu site
pessoal.
É lá
que o leitor vai conhecer o máximo que o poeta fala de si
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