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QUEM SABE...
Quando o crepúsculo da vida me alcançar
O tempo me apagara da lua lembrança
Porem, os versos que escrevi irão ficar
Em corações nos quais plantei a esperança.
Quem sabe até sintas saudades
Do meu jeito romântico de ser
Ao ver que o amor que tanto desprezastes
Era a luz que iluminava teu viver.
Em vão buscaras por novas poesias
De teu poeta romântico e sonhador
Que massageava teu ego com alegrias
Te envolvendo em ternura e muito amor.
Talvez ouças confidências entristecidas
De quem me amou sem contudo declarar
Gente sensível por meus versos seduzidas
Que adorariam terem ocupado o teu lugar.
FalcaoSR
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Publicação:
www.paralerepensar.com.br
20/09/2005

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