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DE TODOS OS MEUS AMORES
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- Alguma coisa ficou...
- Um retrato em branco e preto,
- daqueles que não me deixaram sonhar,
- que roubaram a mais doce seiva,
- sem nada em troca deixar.
- Quem sabe um vazio ...
- um frio de alma gélida.
- Uma face que já esqueci.
- Tive alguns coloridos,
- intensos às raias do doído,
- quem sabe doido, daqueles...
- Que a gente se esquece da gente.
- De tirar o sono e por um triz,
- quase a vida, a ânsia de ser.
- Amor com armadilha de paixão,
- de desejo de infinitude, todo
coração.
- Daqueles que se perde o senso,
- se esquece o norte, pura devoção.
- Tive também os amores vibrantes,
- que um olhar mágico me bastava,
- um toque me levava ao sublime.
- Amor que hoje percorre minhas horas,
- que me trás o teu jeito, tua
fisionomia,
- por onde eu ando, ou disfarço te
ver.
- E os dias cujos sons são tua voz,
- tua risada a minha alegria.
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- Fátima Pilla Muller abr / 2009
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Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 29/04/2009
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