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DEPOIMENTO:
Existem coisas em
nossa vida que nos dão um enorme prazer em participar, vivenciar
e sobremaneira enxergar o melhor caminho a trilhar tornando-nos
mais felizes e mais prósperos. Conhecer pessoas de alto poder de
discernimento e persuasão é uma delas. E por isso é imensurável
a nossa felicidade de ter conhecido a Fernanda Moroso e ter a
oportunidade de ler os seus belos textos e com eles aprender a
crescer um pouco mais e através do site paralerepensar, poder
disseminar toda a sua pujança e altivez como pensadora.
Os pensamentos da
escritora Fernanda Moroso são assim, embora sutis, cheios de
ensinamento e esperança, e com uma forma toda especial de
encarar o cotidiano com as suas alegrias, a quebra de regras e
os dissabores da raça humana.
Somos agraciados com
os seus artigos, seus poemas, e suas crônicas, recheados de
naturalidade e comprometimento com a verdade, sem deixar de ter
aquele toque de malícia e humor.
Assim, temos a
escritora Fernando Moroso, num eterno crescendo e, por
conseguinte, nos fazendo também crescer.
Albertino Fernandes –
Construtor do site Paralerepensar. |
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BIOGRAFIA
Fernanda Moroso,
nascida em 18 de maio de 1983,
é natural de Ponte Serrada, cidade ao oeste do estado de Santa
Catarina. Fixou suas raízes em Itajaí, litoral do mesmo estado em
1997.
Ingressou na literatura, aos 17 anos, participando do
primeiro concurso realizado pela Associação dos Magistrados
Catarinenses em outubro de 2000, obtendo a colocação do 11°lugar com
o conto “Fio Gasto”.
Em 2001, participou novamente do mesmo concurso com a
crônica “Um feito de sentidos”, e obteve a colocação do 5°lugar.
Em fins de 2001, publicou o seu primeiro livro
intitulado Um feito de sentidos (poesia).
Durante todo o ano de 2002, publicou mais três obras:
Eu e você: um grande amor (poesia), Pensamentos (livro de
bolso) e estreando a série mensal
Um pouco de tudo - Para
todos lerem,
Fernanda lançou o livro Feliz Natal. A série
Um pouco de tudo – para
todos lerem teve
um total de 28 obras, de quarenta páginas, publicas com duas edições
comemorativas ao final de cada ano. A série encerrou-se em março de
2005.
Em julho de 2003, ingressou na Academia Itajaiense de
Letras, ocupando a cadeira de número 34, cujo patrono é o poeta
Hermes Guedes da Fonseca.
Fernanda é acadêmica do curso de Letras da UNIVALI -
Universidade do Vale do Itajaí.
Vive quase que, exclusivamente, da venda de seus livros,
trabalho que se dedica desde outubro de 2001, quando decidiu que
precisava buscar por um público leitor, aventurou-se a vender suas
obras nos lugares públicos da cidade e região.
Seus
livros mais recentes são Os Sentimentos de Todos os Dias
(poesia) e Diário de Crônicas e Outras Histórias.
Adquira um dos livros da autora pelo telefone 47-3348-9558, pelo
e-mail
fernandamoroso@hotmail.com
ou clicando na figura do livro.
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Nesse mundo de sins e
de nãos, o que nos vale é a certeza do amanhã. Não nos cabe
saber as respostas do mundo, mas sim as suas perguntas, os seus
risos e preocupações.
Mesmo que o amanhã
não haja, como Russo cantava, ele sempre existirá, porque o
amanhã existe em nossos corações, na nossa crença no existir
pelo simples fato de existir. Como existe a poesia, como existe
a música, a arte toda, o teatro, a amizade sincera, a verdade do
olhar, a vontade de viver, como as palavras de se guardar, e que
vale a pena acreditar em você.
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- Tem um povo que nasce meio louco
- e a sua loucura é tão bonita
- que os outros o chamam
- de Artista.
POR PRECISAR
...E as palavras
vêm sem controle, sem esforço,
sem história; a qualquer hora
com qualquer mensagem,
como que por uma rápida
passagem, num tempo moderno de versos modernos, trazendo ardência
e desejo.
Voei para nunca mais voltar, e
do pouco quando tudo quanto penso, do presente se foi, passou e eu
me senti passada, usada, sem chance, sem vez, outra vez assim.
E este silêncio que então se
fez horrendo dentro de mim, é a revolta de viver cercada por um
grande amor que não se vê, que não se sente completamente, que só
espera...
E este silêncio dentro de mim
é a revolta pela incompreensão,
de um mundo que só lhe diz Não, de tudo ao contrário do que era
pra ser, de um coração cansado de sofrer.
O grito de uma prisão sem
grades, que luta pela liberdade do pássaro que sou;
A inconformidade de viver sem
você,
uma triste e estranha quietude
por não lhe ter;
Essa guerra interior,
de um mundo que vive em dor,
e que hoje só precisa
escrever...
Do livro: Os sentimentos de
todos os dias. pg. 28. 2004
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(É TERMINANTEMENTE PROIBIDA
A REPRODUÇÃO, COMPLETA OU PARCIAL, DESTAS OBRAS SEM A PRÉVIA
AUTORIZAÇÃO DA AUTORA)

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