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MORRER DE AMOR
Oh! Morte que corrói os ossos,
Que causa medo...
Medo? Que deixa-me insegura
Insegura? Por morrer de amor.
As palavras foram ditas,
E não ouvidas...
As ouvidas? As que não foram ditas!
E quando eu disse, não !
Era sim... Que deveria ouvir.
Quando bradei aos ventos,
Que era feliz...
Morria aos poucos de tédio,
Rotina e medo
Quando sentia estar vivendo,
A felicidade perene
Morria aos poucos,
Por um amor perdido.
Fui poeta, criança, incoerente,
E até indolente.
Busquei formas, fórmulas
E resolvi equações.
Mas com magas no coração,
Busquei soluções.
Sou inconstante e sem direção
Agora, sinto-me sem nenhuma noção
Mas no fundo de tudo isto,
Sinto medo e confusão,
Medo de morrer de amores,
Com tanto amor no coração.
Leinecy Pereira Dorneles
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CASA DO POETA BRASILEIRO-CASSINO/RIO GRANDE
Membro da Academia Rio-Grandina de Letras
Publicação:
www.paralerepensar.com.br -
26/03/2007

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