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Joaquim Mbatchi (Mbatchi - Angola))
Página do autor: www.paralerepensar.com.br/joaquimmbatchi
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JOAQUIM Fernandes Beua MBACHI, filho de João Domingos Mbachi e de Bernardete Beua, nasceu a 14 de Junho de 1969, no Povo Cristão, em Cabinda. Aos oito anos foi levado para o exílio, na ex-República do Zaíre, tendo fixada sua residência, sob a égide do HCR, em Kimbianga, Centro dos Refugiados Cabindenses, desde 1978.

Em Kimbianga fez a sua instrução primária na escola de expressão portuguesa e posteriormente na de expressão francesa (École Primaire Kimbianga), onde em 1983 concluiu a 6ª classe. Inscreveu-se depois na Escola Secundária Paulo Baveca onde de 1983 à 1990 fez os estudos preparatórios e secundários, tendo lá concluído o 6º ano, opção de letras.
Entre 1984 e 1991 também apresentou exames do fim do ano no Colégio Português, em Kinshasa, onde fez os cursos Geral e Complementar dos Liceus.

Arrastado pelo espírito de criatividade e pelo gosto das belas-letras, desde 1987 começou a compor versos e prosas que espelham e vislumbram os seus mais sublimes pensamentos e sentimentos por aquilo que experimentou e observou na vida.

A 19 de Julho de 1992 decidiu retornar à procedência e, em Setembro do mesmo ano, ingressou no Seminário Propedêutico de Cabinda, onde fez, com anuência de Dom Paulino Fernandes Madeca, então bispo da Diocese de Cabinda, um ano de experiência, tendo assim na condição de aluno-professor, contribuído na leccionação de Matemática e Francês no 1º e 2º anos, respectivamente.

Em Setembro de 1993 foi a Luanda para o Curso de Filosofia, no Seminário Maior do Sagrado Coração de Jesus. De 1993 a 1997, com interrupção de um ano académico por razões de saúde, fez e concluiu com êxito o 3º ano de Filosofia. Para obtenção do título de bacharel apresentou, no fim do Curso de Filosofia uma tese intitulada “Reflexões Filosóficas sobre a Moral numa Educação Hodierna”.

A 24 de Agosto de 1997, na Sé Catedral, recebe, solenemente, a batina na companhia de oito colegas seminaristas maiores da Diocese de Cabinda.
No mesmo ano é indicado a estagiar no Seminário Propedêutico, onde trabalhou com delicadeza. Ali exerceu a função de Prefeito de Disciplina, sob o acompanhamento dos padres António Ndembe Ngoma, então reitor e ecónomo do referido seminário e José Faustino Zau Pitra, então director espiritual. Enquanto estagiário, Joaquim Mbachi leccionou no Seminário Propedêutico as disciplinas de Francês e Português no 1º e 2º anos, respectivamente.

Findo o estágio, por razões de vária ordem, preferiu continuar a sua vida em família e, para não cruzar os braços como boémio, ingressou na Educação em finais de 1997, fazendo parte, naquela altura, do grupo que o tempo e o despotismo nunca vistos obrigavam a ser “hilotas”, comendo o pão amassado pelo diabo e haurindo a horrível bebida que os judeus deram ao Nazareno, na cruz. Joaquim Mbachi leccionou Língua Portuguesa no IMS, IMNE, e no PUNIV até 2005. De 2004 à 2007 também leccionou, em regime de colaborador, a mesma disciplina no Complexo Escolar Talani. É professor de Língua Ibinda no Colégio Chengnene desde 2007, radialista desde 2002 com a categoria de subeditor e depois de editor do Programa em Língua Ibinda.
Joaquim Mbachi é autor duma obra intitulada “Tchinkhubungu Mbazu Ilolo”, autor de “Caminhos da Gramática Ibinda” e de mais de 40 poemas já publicados no site www.lerparapensar.com/joaquimmbatchi.

Cursos frequentados: diplomado em formação caquética pelo Secretariado Arquidiocesano de Catequese de Luanda, em 1996; frequentou em 2002 o curso de superação de jornalistas promovido pelo Gov. Provincial de Cabinda e ministrado pela Litomídia, Lda. Ainda em 2002,frequentou o curso de Microinformática na empresa Novas Tecnologias, Lda; em 2004 participou do seminário de jornalismo sobre cobertura eleitoral, auspiciado pela embaixada dos USA em Angola. Em Setembro de 2007 foi-lhe outorgada uma “Menção Honrosa” em reconhecimento da sua valiosa contribuição no ramo da Comunicação Social na Província. Ainda em 2007, participou do curso de capacitação de jornalistas sobre pacote legislativo eleitoral ministrado pela Comissão Interministerial para o Processo Eleitoral. Em 2011 é-lhe atribuído pelo Colégio Chengnene um “Certificado de Louvor” em reconhecimento dos bons serviços prestados àquela instituição de ensino, onde lecciona a disciplina de Língua Nacional desde 2007. De 6 a 17 de Agosto de 2012 participou do seminário sobre “Dialectologia” ministrado pelo Ministério da Cultura através do Instituto de Línguas Nacionais e pelo Ministério da Educação através do INIDE.