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Débora C. Andrade de Araújo
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Boa educação, grandes valores
Por: Débora C. Andrade de Araújo

Entendemos por ética o conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano. Mas, será que nós somos éticos? A ética está realmente implantada em nosso cotidiano, e em todos os âmbitos da nossa vida? Ao menos deveria, porém, infelizmente é só mais uma palavra que está inclusa em nosso vocabulário e exclusa das nossas vidas.

Muitos atribuem ética à discrição, entretanto, o fato de um profissional não fazer comentários maldosos a respeito de outro em seu ambiente de trabalho é só uma das atitudes que podem ser tomadas como posicionamentos éticos, afinal, ética é conjunto. Valores que nos fazem cidadãos podem ser ditos como ética, mesmo sabendo-se que existem cidadãos antiéticos. Quando introduzimos a palavra ética e a palavra escola num mesmo contexto, nos vêm uma tempestade de ideias, exemplos, ou até mesmo recordações. Por diversas vezes encontramo-nos em situações em que desejamos fazer algo, mas não devemos, então abrimos mão de fazê-lo. Isso é ética.

Existem diversos exemplos que podem ser citados quando o assunto é “A ética no âmbito escolar”; respeitar as diferenças, assumir uma postura ativa sem agredir a terceiros, posicionar-se como aluno, empreendedor e maior interessado em conquistar, aprender e apreender. Enquanto profissional colocar-se diante dos educandos como facilitador, sujeito a aprender e aberto às mudanças, posicionando-se sempre com respeito aos ouvintes e aos que não estão presentes no momento de seu discurso, moldando sempre o seu aluno, tratando-o como um diamante que precisa ser lapidado, e como formador de opinião levá-lo a crer em um futuro melhor, conduzindo-o desta forma a praticar boas ações, crescer e descobrir.

Saber estabelecer-se diante das mais variadas situações sem infringir valores morais ou levantar falso testemunho é primordial para alguém que preza a moralidade. A honestidade é um princípio indispensável, na verdade, todos os princípios éticos são, pois, estão interligados; logo, quando alguém se auto-intitula ético, deve ser honesto, respeitoso, verdadeiro, solidário, entre outros adjetivos que rotulam um verdadeiro ‘praticante’ da ética.

Alguém que educa os seus filhos de modo a não roubar, exerce a ética, porém, quando retira dos outros o que lhes é lícito, está rompendo a moralidade, como na velha história: “faça o que eu digo, não o que faço”. Não posso respeitar os direitos alheios sem cumprir os meus deveres. Na ética não há controvérsias, não há meio termo.


Débora Andrade

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