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Crônica
 
Filho, amor exigente ou amor displicente?
Por: Jonas Vieira da Costa

Qual é o amor que você está proporcionando ao seu filho? Eis um questionamento que muitos pais não sabem responder, a verdade é que muitos pais, sem saber estão proporcionando aos seus filhos um amor displicente.
O amor displicente é aquele sem compromisso com a educação dos filhos, pelo fato de vivermos em uma sociedade que valoriza mais o "ter" e não o "ser". Muitos pais se preocupam mais em proporcionar aos seus filhos aquilo que é mais bem visto pela sociedade, ou seja, bens materiais. No desejo de proporcionar esta "conquista" ao filho, trabalham demasiadamente, muitos a bem da verdade se realizam profissionalmente, porém se esquecem de doar a sua presença ao filho.
Tremendo erro. Nem um sucesso profissional compensa o fracasso na família. Sinônimo deste amor, fruto da ausência é a liberdade em excesso proporcionada aos filhos. É uma relação onde os filhos tudo podem, os pais não conseguem dizer não aos filhos. Desta forma também não conseguem pôr limites. É evidente neste amor a carência e a falta de afetividade.
Por outro lado temos o amor exigente, este sim, é o amor do compromisso entre as partes. Presentes neste relacionamento têm o carinho e o afeto. Neste amor temos a liberdade, porém uma liberdade com limites, pautada na coerência, na prudência. Notório neste amor é a preocupação dos pais com a educação e o bem estar dos filhos.
É um amor que muitas vezes dói. Os pais com o intuito de pôr limites, às vezes sofrem por terem de usar palavras duras para fazer valer das suas convicções. Sofrem também pelo fato de muitas vezes não serem compreendidos, reconhecidos e valorizados. Eis o amor que traz superação e força interior. Eis o amor que educa e molda personalidade.
Proporcionar o amor exigente para os filhos não é fácil, visto que este necessita de renúncia e de grande dedicação por parte dos pais, é uma luta constante em uma sociedade que está se esquecendo dos valores morais e dos bons costumes em detrimento do viver em família.

Jonas Vieira da Costa

Publicação: www.paralerepensar.com.br 10/08/2006

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