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Artigo
 
VALORIZAÇÃO DO IDOSO
Por: Jonas Vieira da Costa

VALORIZAR O IDOSO.
O estatuto do Idoso preconiza em seu Art. 3o É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. Sendo assim entendo que a família é quem tem de assegurar as condições de vida deste, é claro e notório, porém que muitas famílias não têm essas condições, caso a família seja impossibilitada de tal oferta é necessário a intervenção do Poder Público. A criação de mais asilos, centros ou clínicas pode de fato melhorar a qualidade de vida do idoso? Será? É claro que dependendo da situação é inviável a permanência deste idoso em seu lar. Não quero aqui desvalorizar os asilos, as clínicas ou os centros que realmente prezam por um atendimento de excelência ao idoso, é claro que temos instituições ilibadas, poucas a bem da verdade. Entendo que tem de haver uma verdadeira política voltada ao idoso, que envolvam vários profissionais, para que o mesmo possa ter uma melhor qualidade de vida, não quero generalizar, mas privar o idoso do seu lar não é sinônimo de menos qualidade e expectativa de vida?Este “novo lar” não irá na maioria das vezes impactar de forma negativa a vida deste? Este não estará sujeito em seu “novo lar” a entrar em um estado depressivo? Ou diminuir a sua imunidade? Este não sentirá no seu íntimo rejeitado pela família? Por que não se pensar em garantir a este idoso uma boa qualidade de vida em seu ambiente familiar? Quero ressaltar infelizmente que muitas famílias não cumprem com o seu verdadeiro papel, estas vêem o idoso como problema, o que é lamentável. Se houvesse uma melhor sincronia entre Poder Público e família, com certeza o idoso se beneficiaria, o investimento naquele que cuida do idoso em casa seria uma forma de melhorar a vida deste, o incremento e a criação dos “Profissionais da Família”, priorizando o atendimento ao idoso com certeza também seria um ganho para estes que fizeram muito para a família e para a nação. Que possamos pensar em um novo paradigma no que tange em oferecer aos idosos uma real dignidade, estes em um ambiente familiar, com famílias cientes do seu dever ou em famílias cientes, porém assistidas pelo Poder Público, podem sim vislumbrar uma melhor expectativa de vida com uma melhor qualidade também, isto não é custo e sim investimentos e uma forma de valorizar os heróis e heroínas desta nação, os idosos e as idosas.

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