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Crônica
 
VIDA... LUTA MATIZADA
Por: ANTONIO CARNIATO FILHO


Não chores meu filho. A vida é uma luta renhida, viver é lutar”, assim cantava o poeta.Entretanto, alheios a esse ensinamento, nascemos chorando, protestando, antecipadamente, contra os inúmeros obstaculos e as tremendas dificuldades que nos esperam na trilha árdua da existência. A vida é dificil. É mesmo, um combate que somos forçados a enfrentar no afã de defender o pão nosso de cada dia.E, como custa caro esse pão que afinal de contas só é de fato nosso, depois de o adquirirmos com as gotas brilhantes de suor que nos são arrancadas nas duras pelejas do labor cotidiano.É mister que o homem renove, continuamente, suas reservas de energia, a fim de que possa enfrentar e vencer os sofrimentos que se lhe vão apresentando nas esquinas sinuosas da vida

E, é mais ou menos assim que os sofrimentos humanos se distinguem:

- sofre o homem culto ao ver predominar a ignorância:

- sofre o inculto na tentativa de ser entendido sem nada entender:

- sofrem ricos, pobres e remediados,visando ideais diferentes, sem entenderem que seus destinos cruzar-se-ão, inexoravelmente, ao fim da jornada !

A bandeira dessa antiga porfia tem três matizes que se confundem no rubro sanguineo de um combate vão. Se as cores são tristes resta-nos o consolo de lutar em colorido!

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O amarelo-ouro distingue o rico, sofredor desconfiado, a quem os sorrisos e elogios cobrem com o manto da falsidade.. Em seu simbolo dourado destaca-se, em púrpura, o cifrão. E ele segue pela vida sem querer entender que seu sucesso financeiro jamais poderá representar, por si só, sua vitoria pessoal.

O prateado pálido estgmatiza o homem remediado, sofredor renitente que busca, infrutiferamente, coisas que se situam muito além de seu alcance. Nessa procura, sua vida torna-se fria e frustada.

O pobre tem a cor volácea da tristeza.Em sua casa a desarmonia instalou-se agoureira, pois, “em casa onde não tem pão, todos gritam e ninguem tem razão”. Seu sorriso transferiu-se há longo tempo, para os rostos rechonchudos de seus credores.

Porém, para nossa felicidade, para felicidade deste simulacro de crônica, existe e existirá sempre uma outra cor que nos dá, agora, um sufixo alegre: o verde da esperança!

Dia virá em que o homem, qualquer que seja a sua condição social, entenderá o sentido exato da existência e irá vive-la com toda intensidade, dirigindo-a para o fim único e real: SUA INTEGRAÇÃO PLENA NAS VERDADES ETERNAS!




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