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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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ISRAEL E PALESTINA
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

ISRAEL E PALESTINA

Seria como afirmam muitos uma guerra santa a que acontece, entre Israel e Palestina? O que é sagrado não se profana e não se mata em nome de Deus. Os dois países estão querendo medir forças e testarem seus potenciais bélicos e a população sofre com os desmandos dos dois governos. São água e óleo não consegue se juntar. “O trato com as chagas da ignorância, na esfera da humanidade, quais sejam a incompreensão e a vingança, a crueldade e a rebeldia, anotemos a conduta da Misericórdia Divina, no quadro das doenças, do egoísmo e do poder terrestres”. Briga de gato e rato tem sempre um vencedor, mas as conseqüências serão cruéis. A ONU (Organização das Nações Unidas) parece impotente para solucionar e resolver o problema. Fatos notórios acontecem no teatro de operações (Gaza) que boa parte jornalística está deixando escapar. Surgem no meio de destruições e mortes várias indagações: por que, o Hizbolá não está atacando Israel do Líbano? A indignação de parte a parte é importante e preocupante. Por que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que por muito menos já ameaçou Israel das piores formas, anda tão ameno em seus discursos das últimas semanas? (Diz que o Hamas está ficando mais forte e não passa disso.) Precisamos compreender o Hamas: de onde vem, e o que é hoje.

Em batalhas jamais se conseguirá um expurgo se o acordo não existir de parte a parte. Desde o começo do mundo esses povos vivem se matando e não conseguiram chegar a um denominador comum. Seria uma hidrocefalia dos presidentes dos dois países ou presciência de algo no futuro? Israel informa que está atacando o Hamas, em Gaza, neste momento. As vítimas, no entanto, são palestinos. Morrem às centenas. Alguns – muitos – não têm qualquer ligação com o Hamas. Mas como declaradamente o ataque é ao Hamas, aqueles que tomam as dores das vítimas defendem o Hamas; e aqueles cujo coração bate por Israel sugerem que quase todos os mortos são do grupo. É um disse me disse sem precedentes. Crianças e idosos morrem as centenas e o amor e o perdão pregado pelo Mestre Jesus nestas plagas foram exterminados? Aliás, o que é o Hamas? É o grupo que, durante muito tempo, recebeu dinheiro da Arábia Saudita. É o grupo que durante anos foi parcialmente financiado por Saddam Hussein. São aqueles que se sustentam, hoje, com o dinheiro do Irã.

Mas, antes de tudo isso, é o grupo financiado de nascença por Israel. E esta que segue é sua história. Então, seria um descontrole emocional de um grupo que já prestou serviços ao estado de Israel? É bom que se frise que o Hamas tem seus objetivos, como Israel também. O Hamas, no entanto, não representa todos os palestinos. A se contar as pesquisas eleitorais de dezembro, em 2009 - 46% dos eleitores em Gaza planejavam votar no Fatah e apenas 32% no Hamas. Levando-se em conta também os eleitores na Cisjordânia, a outra parte da futura Palestina, a derrota eleitoral do Hamas seria de acachapantes 42 a 28%. O poder e a força aliados à política vão se tornar o ópio de duas nações. Sempre afirmo em meus artigos de que a pesquisa é essencial para um bom trabalho. E não seria neste artigo que ela seria dispensada. Pegando um gancho, no bom sentido no site http://pedrodoria.com.br/2009/01/08/uma-historia-do-hamas/ vamos encontrar muitos fatos importantes e que o público leitor ainda desconhece ou não tomou o devido conhecimento. O Hamas - Em árabe, a palavra quer dizer zelo e serve de acrônimo para a sigla Movimento de Resistência Islâmica. Seu berço ideológico é um grupo árabe dos anos 40, fundado no Egito, chamado Irmandade Muçulmana. Durante sua existência, a Irmandade misturou o discurso nacionalista com o religioso, em oposição ao nacionalismo laico que daria origem aos partidos Baath na Síria, Iraque e outros países dali. A Irmandade atentou contra a vida do presidente egípcio Gamal Abdul I-Nasser e assassinou o sucessor, Anwar Sadat.

O Hamas nasceu em 1988, nos territórios ocupados por Israel, como braço armado da Irmandade pouco antes da primeira Intifada. Até aquela Intifada, havia sido financiado por Israel. Estimulado por Israel. A crença era de que, incentivando um movimento religioso, seria construída uma forte oposição à Organização pela Libertação da Palestina (OLP) de Yasser Arafat. A crença dos líderes políticos em Israel é que, se estivessem ocupados com religião, os palestinos não lutariam. Era outro mundo e outro tempo.Antes do acordo de Oslo, antes de Yitzhak Rabin e Arafat apertar suas mãos nos jardins da Casa Branca. Muito antes de o Fatah, nascido da OLP, ser o aliado com quem a paz parece mais plausível. Sinceramente não entendemos como se reza tanto para matar depois. Os muçulmanos praticam com naturalidade esta artimanha. Seria uma discriminação entre muçulmanos e judeus? Um fato importante que deve ser esclarecido. O resultado foi à eleição do candidato da direita do Likud, Benjamin Netanyahu. Foi também após outra série de atentados do Hamas, entre 2001 e 2003, que Israel decidiu construir o muro que separa o país dos territórios ocupados na Cisjordânia. Esta mesma segunda série de atentados teve por outra conseqüência a adoção israelense da política de assassinatos seletivos.

A vítima mais famosa, em 2004, foi o líder supremo do Hamas, o sheik Ahmed Yassin, um homem paralítico e cego, inspirador de inúmeras mortes. Fala-se muito em Fatah e o que representa o Fatah?
O governo do Hamas determinou prisão domiciliar a dezenas de membros do FATAH por medo que se aproveitassem da Operação desenvolvida pelo Exército de Israel e tentassem reconquistar o poder. A ação foi desencadeada após noticiar-se que líderes do Fatah na Cisjordânia teriam orientado a seus seguidores que tomassem o poder quando e se a operação militar de Israel resultasse no declínio do poder do Hamas.
Membros do Fatah em Ramallah informaram ao JERUSALEM POST que militantes do Hamas passaram a atacar membros do Fatah a partir do início da operação, sábado passado. Afirmaram que um total de 75 ativistas - foram baleados nas pernas enquanto outros tiveram as mãos quebradas. Wisam Abu Jalhoum, ativista do Fatah no campo de refugiados de Jabalya, foi baleado nas pernas por milicianos do por supostamente ter expressado satisfação pelos ataques aéreos israelenses sobre alvos do Hamas. "Hamas está muito nervoso, pois sente que seu fim está próximo", afirmou um veterano membro do Fatah. "Eles deram início a uma brutal campanha contra os membros do Fatah na Faixa de Gaza", complementou.


Enquanto isso, fontes ligadas ao Hamas disseram que o movimento executou 35 pessoas durante o final de semana, suspeitas de colaborarem com Israel, e que se encontravam detidas em instalações de segurança dessa organização. As fontes disseram que chefes do Hamas adotaram a decisão de assassinar os suspeitos de colaboração por medo que os mesmos fossem resgatados por Israel durante as ações terrestres. Afirmam que pelo menos metade dos executados foi morto por parentes de milicianos eliminados nos ataques de Israel, por conta de informações repassadas pelos "colaboradores”. (Mídia Independente Org). My God é uma carnificina sem fim. Até onde irão estes dois países nesta violência sem fim e que já assusta a humanidade inteira. Matar por matar ou por vingança, eis a questão. Os americanos mais comedidos estão na espreita de camarote. Só Deus sabe até onde irá esta discordância entre Israel e Palestina, enquanto isto não se resolve a faixa de Gaza torna-se o ambiente mais cruel do mundo.





ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE









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