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Escritor ADhemyr Fortunatto
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Crônica
 
O DIA DO LÁPIS
Por: Escritor ADhemyr Fortunatto

26 DE DEZEMBRO - DIA DO LÁPIS

Publicado na "COLUNA DO ADhemyr", do Jr Notícias - www.jornalnoticias.com.br - São Paulo - SP, em dezembro de 2012.

Vinte e seis de dezembro é o Dia do Lápis. Feriado não é, mas bem que poderia ser. Por que Dia do Lápis?
Note que tudo que escrevemos a lápis pode ser apagado, --- depois é só passar uma borracha e nada resta do que foi colocado no papel. Pode ficar um ou outro resquício, mas é só passar a borracha de novo, e nada restará, e ainda pode-se escrever por cima do que já foi escrito. Escrito sobre escrito!
No Dia do Lápis todos têm direito de brincar de mau Político, ou seja, não ir trabalhar, mas exigir que lhe paguem o dia, fazer coisas mal feitas de todo o naipe, --- também vale irregularidades sobre irregularidades --- e depois é só passar a borracha, nada restará e, por fim, ainda comer uma pizza! Tudo deve terminar em pizza, atentem a isso!
Igualzinho em tudo ao que fazem conosco certos políticos, --- façamos no Dia do Lápis tudo o que nos é dado como exemplo pelos maus políticos!
Vale viajar para o exterior com um bando de gente, inventar um mensalão particular, superfaturar obras, deitar a baixo todo o tipo de licitação, fazer, enfim, num dia só tudo o que os maus políticos fazem num ano! Mas para que não digam que esta é uma apologia à baderna, fica estabelecido que todo o custo de tudo que o povo fizer neste dia, recaia sobre os bolsos dos maus políticos.
E para que não se consolide este como sendo um protesto chinfrim, autorizo que todas as cacetadas, pauladas, dentadas, chifradas, coices, críticas e afins, recaiam sobre mim, que criou o Dia do Lápis, certo de que o povo gostaria de aderir sim.
Revogam-se as disposições em contrário. (Acho que sim... - Risos).
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Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor do livro “Reflexões de Um Sujeito à Toa”.
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