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João Bosco Soares dos Santos
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CONCILIAÇÃO, ENTENDIMENTO, DESCULPA, PERDÃO...
Por: João Bosco Soares dos Santos

Nesses tempos atuais, esses valores-poderes familiares e comunitários estão sendo desprezados, destruídos ou enterrados, lamentavelmente.
E o que dizer das omissões, falhas, excessos e erros próprios ou de terceiros, diretos ou indiretos, parciais ou totais, culposos ou dolosos, que, dificilmente, são reconhecidos, quer por imaturidade ou distorção, quer por propósito, ora estúpido ora criminoso, ora desumano, ora selvagemente infernizador?
Entre os muitos belos, bons, saudáveis e consagrados conceitos, princípios e valores-poderes do céu humanitário, somente uns poucos e já bem raros são vistos, respeitados e utilizados com amor, saudabilidade e mútuo prazer, como a autêntica, pura e nobre paz inspira e exige?
Infelizmente, estes são “um porque” bem triste, que está se generalizando e se ampliando nos oceanos e montanhas dos desentendimentos, desavenças, desrespeitos, desconstituições, guerras familiares, comunitárias, regionais e internacionais.
Rancores, descontroles, desequilíbrios emocionais...
Agressividades incontroláveis, muitas vezes desprovidas de razões, que costumam deixar fortes marcas e geram rios de arrependimentos que vão inundar os paraísos da tranquilidade, da alegria, da confraternização...
Aparcial ou total incapacidade-coragem de reconhecer as próprias omissões, falhas, erros, excessos de acusações, quase sempre desprovidas de razões ou provas...
Uma simples e avoante acusação, por apenasmente acusar...
Uma falha, excesso, desvio ou erro de objeto ou de pessoa acusada, por um fato (ou fatos) que, ou falsa ou injustamente, a pessoa, cuja suposta culpa (ou mesmo o dolo), deveria ser esquecida ou desprezada, quase sempre em face do acusado (a) não ter tido o preparo cultural (ou mesmo ético) para que tenha sido (ou seja) necessariamente admissível para ser reconhecido (ou fosse reconhecido) como erro (ou crime).
São as “falhas nossas”, como diria o Jô (gordo) soares, infelizmente.
Mas todos nós podemos nos humanitarizar.
Basta querer e...
Começar, decidida e convictamente.
É bem triste e até depressivo ver ou saber que lares, famílias, vizinhanças, ruas e comunidades estão se autodestruindo, se desfacelando, se desconstituindo, ou já foram arrebentados ou destruídos, simples ou bobamente, pela ausência ou carência de uma luz, de um pouquinho de estímulo ou um pedacinho de atitude, antenação, vontade ou querer de desculpar-se, de arrepender-se, de entender-se, de esquecer, perdoar, vez que errar é humano e até o nosso próprio exemplo-mor de conciliação, perdão e aproximação – JESUS CRISTO, o farol humanitário-vivencial de bilhões de pessoas, e, inclusive, das duas maiores religiões monoteístas do mundo, o cristianismo e o islamismo – errou por três vezes e reconciliou milhões de vezes.
Portanto, reflitamos:
Não é bem melhor perdoar, reconciliar, pacificar o lar, famílias, vizinhos e comunidades quantas vezes forem necessárias, e, mais ainda, porque sabemos que a raiva, o ódio, o desamor, a teimosia e o rancorismo doentio ou descontrolado destroem e matam tanto quanto o não arrependimento ou pedido de desculpa-perdão oportuno???

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