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Luiz Carlos Santos Lopes
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Resenha
 
Bons exemplos devem ser seguidos
Por: Luiz Carlos Santos Lopes

Lula, democrático, acusou a imprensa de invasão de privacidade quando ele exercia a presidência da República porque a mídia revelou o envolvimento do seu filho em negócios nebulosos. Por or isso, não o puniu. O marechal Castelo Branco, ditador, acreditou na imprensa e puniu seu irmão por ter recebido um carro de presente

Para mim, foi decepcionante ver Lula e o PT se transformarem em agenda da mídia brasileira e internacional denunciados por envolvimentos em atos ilícitos. Mais frustrante ainda,foi assistir aos discursos do ex- presidente e do PT acusando a imprensa de tê-los transformado em astros do espetáculo de quinta grandeza promovido por Lula e seupartido e das associações partidárias que lhes dão apoio.

Onde estão os ideários socialistas e éticos de Lula e do PT? Os escândalos acontecer am com tanta freqüência que não tiveram tempo de virar rotina. Por isso não perderam o sua valor de notícia. A bola da vez naquele tempo foi o filho do então presidente, Fábio Luis - o Lulinha. De acordo com a revista Veja (edição 1914, p. 65 "(,... ele está envolvido com um negócio nebuloso com a Telemar, empresa que a revista diz ter dinheiro público entre os seus acionistas."

O estranho é que Lula, em lugar de reconhecer o bizarro negócio em que seu filho se meteu e determinar a sua saída da sociedade, tenha se voltado contra a imprensa acusando-a de invadir a sua privacidade. Deixou de tomar uma decisão para que o país pudesse identificar nela uma saída honrosa para ele e seu filho. “Presidentes da República não têm vida privada. E a de seus familiares diz respeito só a eles próprios quando não afetam os interesses públicos”, informa a revista.

Uma nota publicada no Correio da Bahia (edição 10 de julho de 2005, p. 7) chama a atenção para um fato acontecido em 1965, com o então presidente Humberto de Alencar Castelo Branco. De acordo com o jornal, Castelo Branco soube pela imprensa que um dos seus irmãos, funcionário da Receita Federal, ganhara um carro de presente dos seus colegas de repartição como agradecimento por uma ajuda que ele dera na elaboração de uma lei que organizava o plano de cargos e salários da classe. se Lula tivesse humildade e aplicasse o mesmo comportamento no presente daquele a quem ele tanto combateu no passado, quem sabe, não poderia ser o reencontro do seu governo e do PT com a ética?

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