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O PESADELO DE UM CORNO
Por: Escritor ADhemyr Fortunatto

Publicado em nossa Coluna, do JR NOTÍCIAS, de São Paulo - SP, em outubro de 2016.

Proibida a reprodução sem autorização prévia do autor. ([email protected]).

EM BREVE, LANÇAMENTO DO LIVRO COM TEXTOS INÉDITOS, das AVENTURAS DO BODÃO. (Reserve o seu pelo E-mail supracitado).

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O Bodão chegou numa pequena e deserta praça, cansado, procurando onde sentar. Num banco estava escrito:
“Favor só sentar quem é corno”.
Não se sentou, obviamente.
Procurou outro, onde também vinha o aviso:
“Se está em dúvida, fique em pé”.
Foi procurar um restaurante. Pelo menos mataria a fome e descansaria; podia sentar-se.
Mas em tal lugar também havia duas divisões. Logo lhe foi explicado:
“Desse lado, almoçam o que são cornos”.
E daquele? --- perguntou.
Daquele, os que estão em dúvida se são ou não.
Aí ele não aguentou:
--- Mas eu não sou corno!
--- Aí, cidadão, você deve procurar outro restaurante.
E lhe foi indicado outro restaurante.
Lá chegando, já viu carrões em frente; gente muito bem vestida. Então foi entrando... Quando viu o preço, levou um tremendo susto! Ainda bem que não havia pedido nada!
--- Mas tudo isso? É um absurdo o preço aqui!
Chamaram então o Gerente. Este veio, perguntou o que ocorria. Aí o Bodão reclamou do preço. Então o Gerente colocou pacientemente a mão em seu ombro, e foi direto:
--- Então deve procurar outro restaurante. Pois além de corno você é pobre!
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AUTOR: Escritor ADhemyr Fortunatto
Outras histórias do Bodão você encontra em:
https://web.facebook.com/livrobodao/

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