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Jornalismo
 
O Capitalismo gera riqueza
Por: Francisco Amado

Após a compra do WhatsApp pelo Facebook por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões), é até difícil de acreditar que os fundadores do aplicativo, Jan Koum e Brian Acton, já passaram por situações dificílimas de pobreza. Enquanto Koum teve uma infância cercada de dificuldades financeiras, Acton foi rejeitado pelo próprio Facebook quando pediu um emprego na rede social.

Jan Koum, presidente-executivo do WhatsApp, cresceu perto da capital da Ucrânia, Kiev, atualmente marcada por violentos confrontos entre manifestantes antigoverno e a polícia. Sua casa não tinha água corrente e o banheiro de sua escola ficava do lado de fora, em temperaturas extremamente frias.

Em 1992, com 16 anos, Koum mudou-se para Mountain View, na Califórnia, com sua mãe. Seu pai faleceu antes de ir para os Estados Unidos, em 1997. Os dramas familiares não pareciam acabar. A mãe de Koum foi diagnosticada com câncer, e o futuro cofundador do aplicativo começou a trabalhar varrendo o chão para pagar suas despesas.
Encontro com Brian Acton

Ainda adolescente, Koum aprendeu sozinho a lidar com a ainda impopular internet, e começou a passar seu tempo livre fazendo teste de segurança na empresa Ernst & Young. O jovem só conseguiu seu primeiro computador aos 19 anos. Em 1997, Koum conseguiu um emprego no Yahoo como engenheiro de infraestrutura. Foi lá que ele conheceu o outro futuro cofundador do WhatsApp, Brian Acton.

A mãe de Koum faleceu no ano 2000, e Acton ficou ao seu lado. Os dois amigos continuaram a fazer “coisas de nerd”, enquanto trabalhavam no Yahoo. De acordo com a Forbes, Acton perdeu milhões com a “bolha da internet” (uma bolha especulativa criada no final da década de 1990, caracterizada por uma forte alta das ações das novas empresas de tecnologia da informação e comunicação baseadas na internet) e, depois de sete anos, em 2007, os dois deixaram o Yahoo.
Rejeição pelo Facebook e Twitter

Em sua conta no Twitter, Acton desabafou após ter sido rejeitado para vagas de emprego no Facebook e no próprio Twitter, quase cinco anos atrás. Ao invés de se desanimar, Acton resolveu lançar sua própria empreitada com Koum. Juntos, eles criaram o popular aplicativo WhatsApp, a partir de um conceito simples: enviar mensagens instantâneas pelo celular de maneira melhor do que as mensagens de texto tradicionais.

Eles trabalharam em restaurantes e alugaram alguns escritórios minúsculos antes de começar a ganhar dinheiro. Em 2010, os dois ganhavam o equivalente a cerca de R$ 12 mil por mês, quase nada em comparação com o valor atual do aplicativo. No ano passado, a empresa gerou cerca de R$ 48 milhões de dólares, com apenas 55 funcionários – embora essa quantidade possa dobrar até a metade deste ano. Definitivamente, a dupla Jan Koum e Brian Acton prova de que o mundo dá voltas. [The Telegraph]

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