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Poesia
 
CANTOR ARRETADO DE BOM
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

CANTOR ARRETADO DE BOM

Pra acabar com nosso amor tem que me matar primeiro mesmo após a minha morte ainda atrapalho seu vigário.

Eu quero morrer amando, pois morre o homem e fica o seu herdeiro, a minha paixão é a música e o trabalho todos tem o destino traçado não sou sedentário.

Eu nasci fazendeiro, você pistoleiro e meu pai advogado também nasceram violeiros, seresteiros, forrozeiros me sinto bastante honrado...

De tanto tocar a minha viola meus dedos estão calejados sou um violeiro que canta para todo tipo de gente seja sertanejo, seja doutor, seja indigente.

Viva o povo sertanejo bravo e lutador cantador de inspiração, viva os nordestinos doutores no forró, no xote, no zabumba e no baião, povo inteligente.

Viva o cordelista do nordeste cabra da peste que só canta rimando, as músicas estrangeiras não tem o dom do forró pé de serra vamos fazer guerra, cada violeiro é um batalhador.

Nossa viola é um roteiro traçado nosso peito um coração apaixonado, o violeiro, e o forrozeiro têm o seu valor.


ANTONIO PAIVA RODRIGUES


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