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Conto
 
Cruel primavera
Por: Morena

Tudo aquilo que eu ouvia de você, pelos deuses do deserto, era mesmo verdade! Então você se foi sem olhar para trás, como um deus frio, acardíaco. Cerrei os olhos, tentei gritar, te chamar, mas tartamudeei. Fazia-se tarde de primavera. Romântica e cruel primavera dos amores devastados. Eu sabia desde a eternidade que aquele dia chegaria, que meu jardim invernaria para sempre, que a saudade seria minha fiel inimiga. Ajoelhei-me, tentei rezar, mas esquecera os versos da minha oração. Quando me ergui vi que saíra de mim. Juntei o que sobrara da tormenta. Eu sobreviveria, seguiria lado a lado com minha alma palhaça, divertida, dizendo-me, “Sua tola, eu te avisei, não se apaixone, mas você não me ouviu.”

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