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Crônica
 
NOSSA VIDA POR UM FIO POR CAUSA DE UM VEÍCULO
Por: JOSÉ JOAQUIM SANTOS SILVA

NOSSA VIDA POR UM FIO



meus amigos e colegas, nesta crônica, quero destacar e dizer para vocês que infelizmente o Brasil chegou ao fundo do poço.
Assim, vivemos em uma era apocalíptica, seguimos com nossos direitos cerceados e não há ninguém, mas ninguém mesmo que possa interceder por nós.
Só mesmo o nosso Deus aquele que nos dá livramentos na saída de casa, durante a nossa permanência na rua não importa o que estejamos resolvendo, e na nossa volta para casa.
O problema é o seguinte, como vovó já dizia, "a gente sabe a hora de sair, mas não sabe a hora de voltar".
Mas hoje é diferente porque quando se sai de casa principalmente motorizado, se corre o risco de um marginal que não ten nada a perder na sua vida suja e mal vivida, dar de cano frio de uma arma na cabeça ou na nuca do cidadão trabalhador e honesto. Ou até nos pátios mal iluminados e cheios de matos e cobras nas universidades caríssimas desse país chamado Brasil.
Se a pessoa se assusta, é executado. Se a pessoa pisca o olho, é executado.
E depois diante das câmeras, os delegados e secretários de saúde impotentes mandam as pessoas não reagirem.
Muito boa essa sugesttão não?
Temos que cair na real gente a nossa segurança foi para a cucuia à muito tempo desde o início da era Lula, cujo o mesmo ludibriou muitos eleitores e faccionistas depredadores.
Hoje, o cidadão não pode ter um automóvel de marca, um celular de marca ou um tênis de marca. Vejam se ue não estou certo.
Aliás, quanto mais luxuoso o veículo, mas blindado ele é mas nem todo mundo tem condições de blindar o seu veículo.
Já virou moda, o cidadão ser abordado diante da garagem da sua residência enquanto aguarda o portão se abrir lentamente por vagabundos motoqueiros em parceria com outros comparsas em carro roubado.
Abordam a vitima, levam o veículo com o que estiver dentro, inclusive até criança.
Uma tremenda falta de respeito e segurança também, isto é quando também não lesionam ou executam a pessoa no local.
Por isso, o índice de roubo vem crescendo ano a ano aqui no Brasil. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, mais de 380.000 veículos são roubados por ano. “Se multiplicar isso por quatro metros, tamanho médio dos veículos, seria o mesmo que dizer que temos todo ano uma fila de cerca de 1.500 quilômetros de carros roubados”, diz Ademir Fuji, que trabalhou por 30 anos com seguros de carros e hoje é consultor do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), cidade responsável pelo maior número de roubos do país.

Mas, o que mais atrai um marginal na hora de tomar um veículo de assalto?

O principal ponto de escolha de uma vítima pelo ladrão é a facilidade. Usar o celular enquanto dirige, além de proibido e perigoso é um alvo para os ladrões, A desatenção por parte do motorista ou do passageiro, sobretudo quando o veículo está parado no trânsito ou estacionado, é um prato cheio para o ladrão.” Trafegar com os vidros abertos; demora ao sair do veículo ao estacionar na rua; ficar esperando alguém dentro do carro, sair de casa com o carro estacionado e ligado também são alvos fáceis.

Porta-malas grande – Muitas vezes o veículo é roubado só para ser usado em outro tipo de crime, como assaltos a residências, empresas ou comércio. Para essa ação, os carros maiores são o alvo do bandido.

Adesivos – Colar adesivos do tipo “I love Apple”, de clubes, profissão, academia entre outros podem dar pistas de sua condição social ao ladrão, além dele ter noção da rotina da família, diz o diretor da Porto Seguro.

Local e hora – O índice de roubo é maior em locais próximos a demanches e de fácil rota de fuga, com avenidas e ruas próximas a rodovias. O período da manhã também é o preferido pelos ladrões, pois tem mais tempo para levar o veículo para longe.

Mas, o que evita o marginal tomar o vículo de assalto ?

Carros com cores fortes – Os ladrões preferem carros com cores neutras, como branco, preto e prata, pois são mais fáceis de serem vendidos e não chamam atenção em uma fuga. Um carro verde ou laranja é mais fácil de localizar depois de roubado; e tem menor procura no mercado paralelo, tanto por conta da maior dificuldade de revenda (por serem carros que não agradam a todos os gostos), quanto pelo fato de as peças coloridas serem menos buscadas para reposição.

Película – Eis aqui uma proteção que tanto pode afastar como atrair o ladrão, segundo os executivos. Para uns especialistas, a película afasta o ladrão, pois ele não consegue ver quem e quantas pessoas estão dentro do carro. “Geralmente ele está nervoso e teme a reação do motorista”, diz o executivo da Zurich. O insufilm, no entanto, pode proteger o ladrão. Afinal, ele não será facilmente identificado pela polícia, que também terá dificuldade para enxergar dentro do veículo.

Acessórios – “Os carros que não possuem acessórios como por exemplo de quem gosta de aparecer "Sonzão" são os menos roubados, pois têm menos peças para serem revendidas”, afirma Neival Freitas, diretor da FenSeg. Geralmente os ladrões visam carros com rodas metálicas, rádios, tevês, GPS entre outros equipamentos que podem ser vendidos separadamente. Os rádios originais de fábricas não interessam aos bandidos, pois eles raramente funcionam em outra marca de veículo.

Blindados – Os ladrões evitam carros blindados e com equipamentos de segurança, até porque são mais difíceis de desmontar e revender com documentação falsa.

Estacionamento – Parar o veículo em lugares claros, vigiados e movimentados. O que de fato pode diminuir ações dos ladrões é parar em estacionamento e evitar regiões de maior risco em determinados horários.

E assim caminha a humanidade meus amigos é cada um por si e Deus por todos nós.




JOSÉ JOAQUIM SANTOS SILVA

jjsound45@gmail.com
jjsound51@r7.com

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