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Erasmo Manuel Vaz Contreiras
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Poema
 
AO SOM DO BATUQUE
Por: Erasmo Manuel Vaz Contreiras

AO SOM DO BATUQUE


Bulungundumm…
Despertam-se os povos
E até os mais novos
Ao som do batuque

Bulungundum…
Ouvia-se de longe
Nas aldeias de Malange
O abandonodas panelas com funge
Ao som do batuque

Bulungundum…
Lá vinha o velhote chamado de Soba
Ladeado de mentes secas
E faces pintadas de fuba
Gritavam kudissanga-kudifuba
Ao som do batuque

Bulungundum…
Um silêncio total
Como tropas em paradas
Tal qual animais ao uivo do Lobo
Assim ordenou o som do batuque

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