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Infantil
 
O Rei e o Prato Mágico
Por: Juliana

O Rei e o Prato Mágico.
Era uma vez um reino muito bonito e distante onde havia um palácio rico e um rei nobre que se chamava Gastom.
Era dia de festa no reino pois a Vossa majestade que era muito querido por todos na vila, fazia aniversário.
A lista de convidados era interminável.
Tantos nobres e nobrezas, barões e baronesas, duques e duquesas, príncipes e princesas, reis e rainhas de outros palácios... além dos trabalhadores mais chegados da vila, como o padeiro do castelo, as faxineiras, o cozinheiro, a copeira, enfim todos os empregados do castelo.
O rei Gastom estava muito feliz com a chegada do seu aniversário e o reino todo muito bonito, enfeitado com capricho.
Os convidados chegavam no grande salão de baile e já se divertiam com as músicas já tocadas e danças como valsas.
Além disso também eram servidos os salgadinhos e doces que eram presentes do padeiro do reino.
Gastom era o último a entrar no salão pois tinha que ser anunciado com todas as honras de um rei.
Todos o receberam de pé fazendo reverencias, e aplaudiam sua presença. Ele estava emocionado com tamanho carinho.
O baile continuava.
Chegada a hora do bolo cantaram parabéns e Vossa majestade o rei, tinha que assoprar quarenta velinhas.
Haja fôlego!!!
Todos riram quando Gastom cansou de tentar apagar tantas velas e quase desmaiou .
Era hora de abrir os presentes.
Tantas caixas, embrulhos, caixotes, pacotes... Gastom não sabia por onde começar a abrir e então pegou o embrulho mais leve e diferente por ser redondo.
Era do casal do barão e baronesa.
O presente era um prato bonito, esses de decorações...
Nosso rei pensou: “não é um prato de comidas, não é um quadro, não é um relógio... Mas é muito bonito. ¨
Então o rei colocou o prato pendurado na parede da sala de jantar.
Abriu os outros presentes, agradeceu a todos a presença e as lembranças e deu fim a festa.
No dia seguinte, o Gastom dormiu tanto que acordou com a copeira batendo na porta de seu quarto para saber o cardápio do almoço.
Então a Vossa Majestade pediu:
__quero uma salada caprichada com champignons, palmitos e azeitonas, alface e tomates. Caldo de feijão e macarrão a bolonhesa.
A copeira correu para a cozinha e conversou com o cozinheiro e viu que não tinha champignons nem palmitos, nem tomates para o molho do macarrão.

Então a copeira correu para a xepa da feira e comprar o que faltava.
O cozinheiro, assim que a copeira chegou, já tinha feito o macarrão, e o caldo de feijão, faltava apenas terminar a salada e o molho.
Tudo foi feito com muito carinho e com muito capricho.
Então a Copeira começou a servir a sopa e o rei não gostou. Disse ele que a sopa estava uma meleca! __ Eca! Que meleca é essa? Não vou tomar isso.
A copeira sem jeito voltou para a cozinha do palácio e contou para o cozinheiro a reação do rei.
Então o cozinheiro mandou ela levar a salada que já estava pronta.
O rei disse:
_ Que salada é essa? Está um horror!!!
Então a última esperança do cozinheiro era o macarrão...
A copeira levou a massa para o Gastom e heis que...
__ Eu hein... parece uma porção de vermes esse macarrão...
E assim o rei ia pondo defeito em tudo e não comia nada.
Passou um dia, uma semana, um mês e nada do rei comer. Ele já estava fraco, quando aconteceu uma coisa diferente com o presente que ele mais tinha gostado.
O prato, a cada recusa de comida ia mudando sua cor e ficando cada vez mais acinzentado e feio. Parecia até que estava sujo. Gastom percebendo a cor do prato acinzentada, chamou a faxineira para limpá-lo, mas não resolveu.
Então a faxineira o mudou de lugar e o colocou próximo á cozinha. Então lançava a sua mágica na bandeja do almoço do rei: Um pozinho mágico dourado que enfeitava e realçava o prato de comida.
E assim o rei Gastom voltou a comer direito. Se fortaleceu, e o prato mágico voltou ao seu lugar de honra, na frente do rei na parede da sala de jantar pois seu brilho dourado estava a cada dia mais claro e reluzente.
O rei percebeu que o prato era mágico e o ajudaria nos vários setores de sua vida e para onde ele ia, levava o prato.
E o prato o ajudava com seu pó mágico
em tudo.













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