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Infantil
 
Laranjudo, o Xerife
Por: Juliana

Laranjudo, o xerife
Era uma vez uma chácara que tinha um pomar de laranjas que pertencia ao seu Xispeto.
Ele vendia suas laranjas maduras para as indústrias de sucos sorvetes, e picolés de laranjas e tangerinas .
Um dia, Xispeto viu numa das árvores do pomar uma laranja que não parava de crescer era a maior e mais amarela da árvore.
Xispeto tinha uma imaginação maravilhosa e quando viu aquela laranja logo imaginou um boneco.
Então a cortou da árvore, colocou dois palitos de dente embaixo para fazer as perninhas do boneco e com duas borrachas pretas fez as botas.
No meio da laranja colocou um cinto preto feito de cadarço de tênis preto com um anelzinho de latinha de refrigerante para o fecho.
Com um botão dourado e um alfinete fez a estrela de xerife e colocou no peito do Laranjudo.
Com o fundo de uma latinha de refrigerante moldada em forma de chapéu fez o chapéu do xerife .
Assim fez o Senhor Laranjudo, o Xerife da cidade dos Laranjudos.
Ora, todo xerife defende uma cidade de bandidos e invasores.
A cidade era o pomar e os invasores eram os facões que iam a galopes nas mãos dos colonos da chácara para cortarem as laranjas mais idosas que eram os mais avermelhadas e melhores para as indústrias.
O xerife Laranjudo então fez uma lei em que os facões só poderiam entrar na cidade sem os cavalos, de costas e em pé... mas eles não obedeceram.
Então o xerife deu a seguinte ordem:
__ Cidadões de Laranjudos: Quando os facões atacarem novamente, o que não vai demorar, todos terão que subir nos galhos mais altos das árvores para se protegerem e se esconderem nas maiores folhas.
Assim as laranjas fizeram.

Logo os facões voltaram e novamente a galopes.
Chegando no pomar não encontraram quase laranjas maduras .
Foi quando os colonos olharam para cima e com as pontas das facas enxergaram as bolinhas avermelhadas dos cidadãos de laranjudos .
Assim os facões descansaram enquanto os cavalos puxaram cestos para baixo das árvores e com sua patas fizeram as mesmas balançarem até todos os idosos avermelhadinhos caírem e encherem as cestas.
Uma vez nas indústrias jamais voltavam. Viravam sucos, sorvetes,picolés,polpas além de serem vendididos nas feiras.
A alegria do xerife laranjudo e da cidade, era que os entes verdes permaneciam por tempos nas árvores. Não se sabia o motivo e nem como conseguiam manter- se tanto tempo verdes. Essa era a vitória que conseguiam, numa batalha que não tinha fim.
Haja imaginação, hein seu Xispeto!!!



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