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Crônica
 
VALE A PENA VER DE NOVO
Por: Afonso e Silva

O deus invisível mercado, impaciente com um governo que posterga indefinidamente a entrega das nefastas reformas, faz algum tempo jogou o pseudo-presidente na lata de lixo. Esse deus mercado se cansou pela espera do retorno do investimento que fez para arrancar Dilma do poder. Para ele o prazo expirou e não tarda meter o pé na bunda do mordomo do filme de terror. Pela ira, o chute do deus poderá ser tão forte que jogará o dito cujo direto à Papuda. Para o pontapé acontecer só falta o PSDB ajudar seu deus mercado. O partido é o único pilar que ainda dá sustentação. Mas, ao que tudo indica, com o arquivamento da denúncia contra Aécio pela CCJ - Comissão de Constituição e Justiça do Senado, principal objetivo que ainda mantinha o PSDB atrelado ao PMDB, está por um triz o ruir da estrutura. Só falta Maia combinar com Aécio a data fatídica.

Não resta dúvida que o PSDB, com ajuda do deus mercado que detonou Dilma, será o mesmo PSDB que detonará Temer. A vaga será automaticamente assumida por Rodrigo Maia, do DEM. PSDB e DEM, como aliados que são de longas datas, o final será o mesmo que os dois vêm tentando obter desde 2002, mas sem sucesso pelas vias democráticas. Agora, com a ajuda do deus mercado e sem nenhum voto do povo brasileiro, constata-se que a investida de Aécio para derrubar Dilma foi esplendidamente exitosa. Por que não seria agora com Temer?

Maia poderá assumir a presidência, mas quem vai comandar vai ser o PSDB e Aécio pode vir a ser o principal ministro do governo que está no forno. Condições técnicas, éticas e morais para assumir o cargo, Aécio tem. O juiz do STF Marco Aurélio Mello que o diga. Em seu despacho devolvendo o cargo ao senador, o meritíssimo senhor juiz disse: “O agravante (Aécio) é brasileiro nato, chefe de família, com carreira política elogiável – deputado federal por quatro vezes, ex-presidente da Câmara dos Deputados, Governador de Minas Gerais em dois mandatos consecutivos, o segundo colocado nas eleições à Presidência da República de 2014 – ditas fraudadas –, com 34.897.211 votos em primeiro turno e 51.041.155 no segundo, e hoje continua sendo, em que pese a liminar implementada, Senador da República, encontrando-se licenciado da Presidência de um dos maiores partidos, o Partido da Social Democracia Brasileira". Então... É esperar para ver onde o barco Brasil vai atracar. Mas não seria hora oportuna de o Supremo se redimir da lambança institucional que provocou com sua omissão relativa ao impeachment de Dilma?

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