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Conto
 
Inversão de valores...
Por: Fátima Sansone

Esse conto mostra a maneira que Lucia encontrou para fazer as pessoas acreditarem em seus sonhos.
Quando ela observava uma fisionomia angustiada, um olhar de tristeza, qualquer indicio que pudesse mostrar que algo não ia bem logo ficava imaginando o que teria acontecido.
Dentro dela uma luz acendia, tinha vontade de fazer alguma coisa para ver as pessoas sorrindo outra vez.
Nesse dia foi dormir pensando o que ela poderia fazer para que o sorriso voltasse a brilhar nos olhos das pessoas.
Ao adormecer se desprendeu de seu corpo físico e quando se deu conta estava diante de um amigo querido de longas datas, este sentiu a angustia de Lúcia e quis ajuda-la a ajudar as pessoas.
Ele dizia que nós aqui na Terra tínhamos esquecido de dar valor às coisas simples da vida como os presentes que a natureza nos dá, uma flor, um sol brilhando, as sombras das árvores, os pingos da chuva, esquecemos como um sorriso pode curar nossas feridas, esquecemos que perdoar alguém significa perdoar a si próprio, esquecemos de agradecer pelo simples fato de abrir os olhos e continuar a prendendo.
Ele dizia que as pessoas estavam sofrendo porque dava mais valor às coisas que aos sentimentos.
A infelicidade que Lúcia presenciava na fisionomia das pessoas chamava-se inversão de valores
Sentia com aquele encontro e com as sábias palavras de seu amigo querido, que deveria fazer alguma coisa, como chamar atenção das pessoas para o que realmente importava.
Ela entendeu que a felicidade era simples, e que as pessoas tinham esquecido como encontrar simplicidade.
Foi ai que na manhã seguinte ao acordar, ela teve uma Ideia, iria escrever poemas falando da vida da natureza dos sentimentos e distribui-los principalmente para aqueles que tinham o olhar entristecido.
Ela não só escreveu poemas lindos como junto com os poemas distribuía uma flor e seu melhor sorriso.
Com a sua atitude ela via a transformação das pessoas o olhar ganhava brilho, os problemas nesse instante eram colocados de lado nem que fosse por alguns segundos, tempo suficiente para sentir uma felicidade esquentando a alma.
Ao final do dia sua alegria era tanta que começou a pular, dançar, sorrir, cantar, ela estava radiante porque percebeu que fazer algo por alguém e fazer algo por si mesmo.
E a partir desse dia nunca mais deixou de distribuir um texto um sorriso uma flor ela entendeu que na simplicidade operamos grandes obras.

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