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Artigo
 
A última saída
Por: Haroldo Pereira Barboza

Violência em números – set/2017

O que vale para o RJ vale para o resto do país em outras proporções.
O Governador do RJ declara que “a situação está sob controle” e não precisa de apoio militar federal para amenizar o caos urbano.
Só se for na área do “rockinrio”, onde enorme contingente de policiais está prestando proteção aos adolescentes “cheira dores” (mais de 25%).

Em paralelo à declaração irresponsável da “ortoridade”, temos alguns registros para “explicar” tal fato surreal.
- As autoridades não se empenham em reduzir o tráfico escancarado (mesmo com seus policiais morrendo de forma indecente). Certamente porque mais de 50% delas são corrompidas por este comércio e agora estão comprometidas com seus “chefes”.

- Os maiores sacrificados são os moradores das comunidades que são usados como “escudos” de proteção dos malfeitores contra valentes policiais sem equipamento adequado para tais confrontos inócuos. As formas corretas de combate podem ser aprendidas com forças policiais do Paraguai.
- Os moradores dos bairros próximos são assaltados, feridos e mortos em função da impunidade que não é combatida por quem de direito (que não tem interesse em mudar a legislação). Aqueles se manifestam indignados mas suas solicitações são engavetadas, ao contrário de seus boletos de impostos que são cobrados sem dó nem piedade.

- A pressão então poderia ser iniciada pelas famílias mais abastadas e com grande influência na área administrativa pública (ainda mais considerando que esta parcela rica patrocina as campanhas eleitorais dos pilantras que se escondem em suas tocas dentro de seus suntuosos gabinetes).
NO ENTANTO, não adotam tal pressão por uma questão muito simples: seus filhotes (mais de 25%) são consumidores das drogas e com suas polpudas mesadas alimentam este cenário de degradação que nos atola no fundo do poço da degradação humana.

- As forças armadas poderiam atenuar tal sofrimento. Mas não agem por impedimentos “burrocráticos”.
Estamos procurando soluções. Na verdade o elenco é farto mas não interessa a quem se beneficia do caos reinante.

Uma solução utópica não está accessível a 98% da população: MUDAR-SE para o Haití, onde nossas forças militares garantem a PAZ dos moradores.

Haroldo - RJ

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