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Celso Corrêa de Freitas
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Crônica
 
NO TEMPO DE AÉCIO PRESIDENTE
Por: Celso Corrêa de Freitas

26/10/2014 Aécio Neves é eleito presidente do Brasil, desapeando do poder Dilma Rousseff , o PT, e por extensão parte da esquerda que apoiava a candidata derrotada.
Dessa vez, não tem equipe administrativa reunida no “BOLO DE NOIVA”, como aconteceu quando da passagem Do governo FHC para o governo Lula.
Aécio assume um País dividido entre aqueles que viam o País caminhando para o abismo em face da corrupção disseminada, e aqueles que acreditavam, e pasmem! Ainda acreditam...só existir vida útil na politica brasileira nas hostes naquele momento derrotada.
Aécio assume com a premissa: "Considero que a maior de todas as prioridades é unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique todos os brasileiros.”
Aécio inicia seu governo em 01 de Janeiro de 2015. E o inicia com o PT e parte agregada da esquerda no seu calcanhar.
Se para os que votaram nele, ele era a esperança de fim dos descalabros petista que colocaram o Brasil em perigo nos contextos sociais e econômicos, para o PT Aécio tal como Collor era o alvo da vez, e toda munição contra ele deveria ser usada, para num projeto de desestabilização do País trazer Lula de volta ao poder, o que os eleitores com a cabeça no Brasil, sem apego a nenhum partido, e corrupto de estimação queriam...e não querem! Em hipótese alguma.
1 ano e oito meses depois, Aécio sai da presidência do Brasil, não tanto pelo seu estilo Boyexecutive mineiro do Leme, amizades empresariais subterrâneas, implicações em atividades agrodrogas, mas principalmente por graves crises: Logo no começo do mandato na CASA CIVIL; Protestos da população em todo Brasil, sendo os mais graves em SP, RIO e Brasília, contra a falta de ação do governo federal nos segmentos da responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte e educação; o surgimento da Lava Jato faz crescer os indícios de desvio de dinheiro público e superfaturamento nas obras dos estádios da Copa, o que aumentou a impopularidade de Aécio, e ele é vaiado estrondosamente, e xingado na abertura da copa do mundo; Na educação dos 21 objetivos estabelecidos para realização em curto prazo, apenas 1 foi atingido; A Lava Jato desestabiliza de forma irreversível o governo Aécio, e começa a colocar na prisão os maiores empreiteiros do país; Uma recessão absurda, com 5 trimestres consecutivos de encolhimento da economia, em 2015, o PIB recuou 3,8%. A inflação disparou com o “tarifaço” de energia elétrica após a eleição de 2014, ultrapassando os dois dígitos, o desemprego aumenta alcançando milhões de brasileiros. O crédito secou, os juros subiram, a população perdeu poder de compra e a arrecadação despencou, criando uma grave crise fiscal.
Do pó viestes, ao pó voltarás.
O governo Aécio tem uma avaliação de 71% de ruim/péssimo – Aécio bate Collor em reprovação popular. Collor tinha 62% de reprovação em 1992 um dia antes do seu impeachment. Em 13 de março de 2014 3, 6 milhões de pessoas, segundo a PM (6,9 milhões, segundo organizadores), foram às ruas pedir o impeachment de Aécio, na maior manifestação da história do Brasil. A direita de Braços dados com a esquerda e com o centro, foram para as ruas pedir a saída de Aécio Neves.
O Brasil de 1992 inspirou este momento.
Internamente Aécio vivia o seu inferno palacial, pois Aloysio Nunes reclamava em alto e bom som, o fato de ser um Vice-Presidente decorativo. Aécio briga com todo mundo, e entra em rota de colisão com o Presidente da Câmara dos Deputados...
Aécio sofre o IMPEACHMENT, e o seu Vice assume, sob a desconfiança de alguns, o descrédito de muitos, e o ódio absoluto dos petistas e da esquerda agregada. Sob o legado de Aécio assume a missão de levar o País para a eleição de 2018.
O País sofre, enquanto os Senhores das Tramoias Federais vão se articulando nas suas bases de operações, muitas delas subterraneamente togadas.
Nas ruas, dois grupos com seus objetivos bem definidos se digladiam. De um lado aqueles que querem acreditar em alguém, qualquer um que possa administrar honestamente o Brasil, do outro lado, aqueles que estão decididos a continuar hipotecando seus conteúdos e reputações a quem lhes venda a ilusão de que mortadela é melhor que coxinha.
Na verdade essas duas iguarias são alimentos de péssima qualidade nutricional, bom mesmo seria o brasileiro se alimentasse do bom churrasco...colocando essa gente corrupta de todos os lados, no espeto ou na brasa, devorando-as canibrasíliamente.



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