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Jorge Cesar Oliveira Có (César Có)
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O que você tem feito para melhorar a nossa sociedade?
Por: Jorge Cesar Oliveira Có (César Có)

O que você tem feito para melhorar a nossa sociedade?

Diariamente são noticiados pelos meios de comunicação novos escândalos e na maioria deles envolvendo personalidades do panorama político e econômico nacional.
É a máfia do jogo de bicho, do contrabando e da pirataria, de licitações fraudulentas, golpes no sistema previdenciário, mensalinhos, mensalões, fraudes na Petrobras, enfim, são tantas as falcatruas, de diferentes denominações, que se torna difícil relacioná-las. É sabido que as autoridades competentes têm feito um excelente trabalho no combate a essas organizações criminosas, mas tais atividades são como erva daninha em meio a uma plantação: arranca-se uma aqui, mas outras brotam ali e acolá tornando cada vez mais trabalhoso a sua erradicação. Assim como as ervas daninhas causam prejuízos ao homem do campo, essas pragas humanas provocam danos irreparáveis à sociedade como um todo. Vultosas quantias em dinheiro deixam de ser arrecadadas em impostos por conta da sonegação, da falsificação e contrabando de diversos produtos e bens de consumo. Milhões são desviados em pagamentos superfaturados de obras e serviços de má qualidade, aprovados em processos licitatórios de caracteres duvidosos. Tudo isso acaba refletindo no cotidiano do cidadão através da precariedade do sistema de saúde pública, da rede ensino público com edificações e materiais didático em péssimos estado de conservação e obsoletos, no transporte coletivo e de produtos agrícolas por conta da superlotação de da falta de estrutura da malha rodoviária por esse país a fora. Enfim, de inúmeras formas os cidadãos, principalmente aqueles das camadas menos favorecidas (privilegiadas), pagam pelos desmandos de pessoas inescrupulosas, que na maioria das vezes acabam saindo impunes da história. Como diriam alguns, saem bonitos na foto!
Então vem a pergunta: o que você pode fazer diante de tanta hipocrisia? Muitos certamente responderão que não podem fazer nada, não têm poder para mudar tal situação e simplesmente cruzam os braços desejosos de que nas próximas eleições tudo possa se resolver, mas quando essas acontecem, cometem o mesmo erro de comparecerem às urnas somente para cumprir um dever cívico, ainda que não saibam o que isso significa.
O que podemos fazer para melhorar a nossa sociedade? Em primeiro lugar tomar conhecimento de que dever cívico está ligado à cidadania, à sociedade civil, à pátria, por tanto temos que fazer uso não somente dos deveres, mas dos direitos cívicos para modificar a nossa vida individual ou coletivamente. Para limparmos a nossa rua temos que primeiro varrer o nosso portão, mas tomando o cuidado de não empurrar o nosso lixo para o portão do vizinho, antes o convidando a participar desse mutirão em prol da nossa comunidade. Se embarcarmos num coletivo lotado e reclamarmos como o condutor com relação ao atraso ou superlotação, ainda que expressemos nossa indignação, talvez só estejamos aumentando o nível de estresse de um pobre trabalhador que, mesmo solidário com o seu problema, só está ali defendendo o seu pão de cada dia e que muitas vezes ao terminar a sua jornada de trabalho tenha que dormir na garagem ou contar com a boa vontade de alguma alma caridosa para retornar para casa. O mesmo pode acontecer nas filas dos hospitais ou nos demais órgãos que deveriam garantir o bem estar da população. Então, como podemos nos fazer ouvir? Votando na pessoa certa? Mas como saber se este ou aquele candidato e o melhor? O primeiro passo é procurar conhecer a vida pregressa do candidato. Se ele já participou de movimentos comunitários ou de cunho sociais, se já assumiu algum cargo eletivo e qual o seu comportamento a frente desse cargo. Passadas as eleições, acompanhar as atividades parlamentares dos candidatos eleitos, mesmo que o seu favorito não seja um deles. Lembre-se de que Vereadores, Deputados e Senadores não constroem pontes nem calçam ruas, mas têm a obrigação de criar leis que assegurem os direitos e necessidades básicas da sociedade, cuidando e fiscalizando para que o Poder Executivo (Prefeitos Governadores e o Presidente da República) possam exercer os seus mandatos de forma transparente.
Você já participou de alguma reunião do movimento comunitário do seu bairro? Já assistiu a uma sessão da câmara de vereadores do seu município ou da assembleia legislativa de seu Estado. Pois saiba que, o que a principio pode lhe parecer entediante é fundamental para o progresso da nossa região. Ficar parado à frente de um televisor, debruçado sobre um jornal ou com o ouvido colado no rádio simplesmente para saber qual foi a última fraude é o mesmo que reclamar com o motorista que o ônibus está lotado. Para melhorar nossa sociedade temos que descruzar os braços e saindo do anonimato, refúgio aparentemente seguro da nossa mediocridade, buscar participar mais ativamente de resoluções que dizem respeito a nossa vida em comunidade. Não temos necessariamente que ir ao Senado ou a Assembleia Legislativa para sermos ouvidos, nos basta apenas escolher os representantes certos e cobrar dos mesmos, atitudes coerentes com o poder a eles atribuídos. Vamos bradar: Salve o povo brasileiro! Para não termos que suplicar: SALVEM O POVO BRASILEIRO!

César CóO que você tem feito para melhorar a nossa sociedade?

Diariamente são noticiados pelos meios de comunicação novos escândalos e na maioria deles envolvendo personalidades do panorama político e econômico nacional.
É a máfia do jogo de bicho, do contrabando e da pirataria, de licitações fraudulentas, golpes no sistema previdenciário, mensalinhos, mensalões, fraudes na Petrobras, enfim, são tantas as falcatruas, de diferentes denominações, que se torna difícil relacioná-las. É sabido que as autoridades competentes têm feito um excelente trabalho no combate a essas organizações criminosas, mas tais atividades são como erva daninha em meio a uma plantação: arranca-se uma aqui, mas outras brotam ali e acolá tornando cada vez mais trabalhoso a sua erradicação. Assim como as ervas daninhas causam prejuízos ao homem do campo, essas pragas humanas provocam danos irreparáveis à sociedade como um todo. Vultosas quantias em dinheiro deixam de ser arrecadadas em impostos por conta da sonegação, da falsificação e contrabando de diversos produtos e bens de consumo. Milhões são desviados em pagamentos superfaturados de obras e serviços de má qualidade, aprovados em processos licitatórios de caracteres duvidosos. Tudo isso acaba refletindo no cotidiano do cidadão através da precariedade do sistema de saúde pública, da rede ensino público com edificações e materiais didático em péssimos estado de conservação e obsoletos, no transporte coletivo e de produtos agrícolas por conta da superlotação de da falta de estrutura da malha rodoviária por esse país a fora. Enfim, de inúmeras formas os cidadãos, principalmente aqueles das camadas menos favorecidas (privilegiadas), pagam pelos desmandos de pessoas inescrupulosas, que na maioria das vezes acabam saindo impunes da história. Como diriam alguns, saem bonitos na foto!
Então vem a pergunta: o que você pode fazer diante de tanta hipocrisia? Muitos certamente responderão que não podem fazer nada, não têm poder para mudar tal situação e simplesmente cruzam os braços desejosos de que nas próximas eleições tudo possa se resolver, mas quando essas acontecem, cometem o mesmo erro de comparecerem às urnas somente para cumprir um dever cívico, ainda que não saibam o que isso significa.
O que podemos fazer para melhorar a nossa sociedade? Em primeiro lugar tomar conhecimento de que dever cívico está ligado à cidadania, à sociedade civil, à pátria, por tanto temos que fazer uso não somente dos deveres, mas dos direitos cívicos para modificar a nossa vida individual ou coletivamente. Para limparmos a nossa rua temos que primeiro varrer o nosso portão, mas tomando o cuidado de não empurrar o nosso lixo para o portão do vizinho, antes o convidando a participar desse mutirão em prol da nossa comunidade. Se embarcarmos num coletivo lotado e reclamarmos como o condutor com relação ao atraso ou superlotação, ainda que expressemos nossa indignação, talvez só estejamos aumentando o nível de estresse de um pobre trabalhador que, mesmo solidário com o seu problema, só está ali defendendo o seu pão de cada dia e que muitas vezes ao terminar a sua jornada de trabalho tenha que dormir na garagem ou contar com a boa vontade de alguma alma caridosa para retornar para casa. O mesmo pode acontecer nas filas dos hospitais ou nos demais órgãos que deveriam garantir o bem estar da população. Então, como podemos nos fazer ouvir? Votando na pessoa certa? Mas como saber se este ou aquele candidato e o melhor? O primeiro passo é procurar conhecer a vida pregressa do candidato. Se ele já participou de movimentos comunitários ou de cunho sociais, se já assumiu algum cargo eletivo e qual o seu comportamento a frente desse cargo. Passadas as eleições, acompanhar as atividades parlamentares dos candidatos eleitos, mesmo que o seu favorito não seja um deles. Lembre-se de que Vereadores, Deputados e Senadores não constroem pontes nem calçam ruas, mas têm a obrigação de criar leis que assegurem os direitos e necessidades básicas da sociedade, cuidando e fiscalizando para que o Poder Executivo (Prefeitos Governadores e o Presidente da República) possam exercer os seus mandatos de forma transparente.
Você já participou de alguma reunião do movimento comunitário do seu bairro? Já assistiu a uma sessão da câmara de vereadores do seu município ou da assembleia legislativa de seu Estado. Pois saiba que, o que a principio pode lhe parecer entediante é fundamental para o progresso da nossa região. Ficar parado à frente de um televisor, debruçado sobre um jornal ou com o ouvido colado no rádio simplesmente para saber qual foi a última fraude é o mesmo que reclamar com o motorista que o ônibus está lotado. Para melhorar nossa sociedade temos que descruzar os braços e saindo do anonimato, refúgio aparentemente seguro da nossa mediocridade, buscar participar mais ativamente de resoluções que dizem respeito a nossa vida em comunidade. Não temos necessariamente que ir ao Senado ou a Assembleia Legislativa para sermos ouvidos, nos basta apenas escolher os representantes certos e cobrar dos mesmos, atitudes coerentes com o poder a eles atribuídos. Vamos bradar: Salve o povo brasileiro! Para não termos que suplicar: SALVEM O POVO BRASILEIRO!

César Có

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