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Crônica
 
Paz!
Por: Marlene A. Torrigo

O sonho de uma vida bela em um mundo perfeito... Esse é o sonho de todos nós, mas a história das civilizações nos remete ao contrário. Num mundo de extremos existe uma sociedade terrivelmente cruel e brutalizada. Desde os primórdios impera no coração do homem tamanha hostilidade que ele jamais alcançará o tão sonhado estado de graça e felicidade plena.
Da Revolução Industrial surgiu um novo homem, o homem robotizado. Transformado em máquina biológica esse primata moderno passou a dispensar pouquíssimo tempo para as sutilezas da vida. Muitos discursam sublimemente, mas o ego camuflado nas entrelinhas revela exatamente o contrário.
Aleivosia, hipocrisia, deslealdade, ganância, egoísmo, mania de grandeza... As doenças bélicas de homens que jamais aprenderão a construir uma sociedade ponderada, justa, fraterna. Por que tal sonho é impossível? Muito simples a resposta: Porque há homens que abominam a paz. Há homens que não sabem viver em estado de bondade, de luz. Será assim como aquele chefe de família que ao invés de fazer a felicidade da esposa e filhos, martirizá-os amiúde. Não é um chefe de família, é um carrasco, um tirano, um homem sem coração.
O grande empecilho para alcançarmos a paz total, sem matanças, sem guerras, sem extermínio, está no ego descontrolado que governa as ambições humanas. Ego, um bocadinho dele não há de nos lesionar o espírito. Ego, uma montanha dele e a latente vaidade humana ganha dimensões demoníacas, transtorna todos os bons pensamentos, estilhaça toda forma bonita de amar.
Amar... Amar a nossa tribo é muito fácil, difícil será espalharmos amor. Certa amiga que sofre da Síndrome de Burnout (e não sabe!), diz amiúde que precisa se livrar das pessoas tóxicas para ficar zen. Pois bem, entra ano, sai ano e o bicho homem armazena mais e mais emoções e atitudes negativas - não sabendo fazer uma alquimia que transforme as desilusões da vida em estado de graça - e culpa o mundo, as coisas, os seres, destarte assoprando as chamas do desamor para todos os lados, não conseguindo amansar o feroz dragão que abriga no coração.
Paz, palavra tão pequena, tão forte, tão suprema. Ter paz é diferente de senti-la. Paz é o gentil estado de felicidade, de harmonia cósmica que nos leva ao bem estar físico e espiritual. Paz é rendição, é calmaria, é equilíbrio espiritual. Reflete-se a paz na grande capacidade que temos de espalhar amor de verdade (e não aprendemos como!).


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