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João Victor Vasconcelos de Matos
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Sensual
 
Sozinho?
Por: João Victor Vasconcelos de Matos

ATENÇÃO: CONTEÚDO +18.

Sábado, 3 de março de 2017. Eram 5 da tarde quando desci do apartamento e fui a praça do
condomínio. Estava vazia. Seria estranho, já que os habitantes deste que eu chamei o
maravilhoso mundo de York amavam se divertir ao ar livre. Mas era compreensível, afinal o
tempo não ajudava. O céu completamente cinza, o frio que gelava até a alma e as finas gotas
de chuva espantaram os meus queridos vizinhos. Mas eu estava ali.

Não sabia ao certo porque tinha descido, afinal lá em cima eu tinha cobertor, comida e Netflix.
Mas acho que esse era o problema. Só eu tinha tudo isso. Eu só. Faltava alguém. É claro que eu
não tinha esperança de encontrar ninguém em uma praça gelada às 5 da tarde. Ou tinha? No
fundo, no fundo eu viajei nas minhas loucas ideias e pressenti que alguém que morava naquele
mesmo lugar, estava pensando o mesmo que eu e desceria naquela mesma hora. Mas isso é
improvável demais, matematicamente as possibilidades eram quase nula. Ainda bem que os
números não explicam tudo.

Depois de molhar-me a ponto de minha roupa grudar totalmente em meu corpo, mostrando
meus músculos que nunca foram definidos o suficiente, resolvi sair. Enquanto caminhava em
direção a meu prédio, ouço um barulho. Alguém pisou num galho e junto com ele meu coração
também quebrou. Gelei; sim, mas do que já estava. O susto foi tanto que imaginei ser tudo,
desde um duende, passando por unicórnios até o guardinha do parque. Mas era ela.
Não, eu não sei quem era ela, mas logo iria descobrir

- Quais motivos trazem um garoto para aqui à essa hora?- ela perguntou.
Queria ver se tinha a sorte de encontrar uma menina linda e sexy como você, pensei.
-Nada, só tava com insônia..- respondi
-Pois é, eu também. Lá em cima tava ótimo, mas eu estava muito sozinha, queria ver se
alguém pensava como eu e resolveria vir até aqui. Acho que dei sorte. – completou.
Como assim ela deu sorte? Será que eu era o “alguém” que ela procurava? Será que ela quer
meu corpo nu? É hoje!, pensei. Mas não respondi nada. Antes que eu fizesse isso ela se
abaixou na minha frente para pegar algo, deixando beem visível o seu decote que era
impossível não olhar.
-Pega esse galho. Agora quebra. Viu? Mesmo que a gente quebre, ela continua duro. A gente
pode quebrar várias vezes, mas ele não amolece. Algumas pessoas são assim. – ela filosofou
- Seu namorado, por exemplo? – perguntei
-Ex! A gente terminou de verdade agora. Ele era muito frio comigo, e eu sou intensa demais
pra viver com gente não consegue esquentar. – respondeu

“Sou intensa demais” Ui, disso eu gostei.
-Às vezes pode ser que ele estivesse preocupado com outras coisas e por isso não te deu
atenção...
-Olha pra mim... garoto molhado, vê se eu sou garota pra ser trocada por “outras coisas”. Ah,
por favor né. Homens sempre são todos iguais, uns defendem os outros...

-Não, não, não quis dizer isso...- parei de falar quando vi aquele monumento em forma de
mulher levantar uma parte da blusa branca em minha frente pra secar...
- Você também está molhado né, toma cuidado pra não ficar resfriado...- ela disse isso
levantando também a minha blusa...
-Ultimamente eu não tô pegando ninguém, nem gripe...- eu disse a frase mais idiota quando se
está sozinho, sem camisa e molhado em frente a uma garota bem sexy.
A essa hora a chuva tinha diminuído um pouco, mas o frio continuava.
-Acho melhor a gente subir, tá ficando frio e agora você está sem camisa, haha – disse ela
subindo as escadas levando minha blusa.
-Ei, vem cá, eu preciso da minha camisa...
-Então vem pegar! – disse ela, entrando no apto 69.
Pensei: e agora Jesus, me ajuda, devo bater na porta, melhor ir pra casa, grito por ela, mesmo
sem saber o seu nome..? Nunca cheguei nessa parte antes, minha experiência com garotas não
era muito grande...
-Não vem pegar a sua camisa? – ela gritou lá de dentro.

Ah, agora eu vou. Abri a porta devagar. Tudo escuro. Tentei procurar um interruptor, mas
achei melhor seguir aquela fraca luza que vinha do fundo... Era o quarto dela. Aquela menina
que eu nem conhecia estava deitada na cama toda enrolada e com minha blusa do lado. E
agora? Pensei em ir embora, sair correndo. Mas aí ela puxou o lençol e deixou à mostra suas
pernas sem a calça, levantou tanto que chegou a mostrar parte da sua calcinha que parecia ser
preta.
-Não quer vim pra cá? Tenho certeza que aqui tá mais quente do que aí...- ela disse isso
olhando no fundo dos meus olhos com aquele olhar sensual que é impossível de resistir. Deitei
ao seu lado. Percebi que minha calça estava molhada e perguntei se eu poderia tirar.
-Eu acho muito melhor...- enquanto ela dizia isso ia colocando a mão em minha barriga,
descendo até abrir o botão.
-Acho que tem alguém bem animadinho aqui, hein? – disse ela, referindo-se ao volume que
estava bem visível dentro da minha cueca..

Depois que fiquei só de cueca, ela virou de lado e a gente deitou de conchinha. Nunca me senti
tão excitado quanto aquele momento. Enquanto ela esfregava aquela bunda em mim, passei
minha mão em sua barriga, depois coloquei dentro do seu sutiã esfregando... Ao mesmo tempo eu beijava seu pescoço e ela dava aqueles gemidinhos de leve. Viramos.

Subi em cima dela e tirei o seu sutiã enquanto ele tirava minha cueca.
-Nossa, que delícia... – disse ela enquanto me masturbava.

Deitei em cima do seu corpo, beijei seu pescoço, seus peitos e depois fui descendo. Beijei
muito sua barriga e continuei descendo. Cheguei lá em baixo e tirei a sua calcinha que já
estava bem molhada, dando umas leves lambidas em seu clitóris. Observei de leve e vi que ela
mordia os lábios, gemia baixinho. Depois de tanto chupar, ela acabou
gozando. Enquanto ela gozava, eu continuei chupando-a, fazendo ele gemer em alto, se
contorcendo muito de tesão. Agora era minha vez.

Deitei na cama e ela veio por cima. De um jeito extremamente sexy que nunca imaginei que
uma garota poderia ser, começou beijando minha coxa e foi subindo. Chegando mais em cima ela tirou minha cueca e e começou a brincar com meu amiguinho. Depois, aquela garota começou a rebolar em cima de mim e quando eu estava pronto pra entrar em seu corpo ela interrompeu:
-Aqui não. Sempre quis fazer ali...- disse apontando para o banheiro.

Quando vi aquela mulher muito gostosa, pelada em minha frente me chamando pra transar no
banheiro, não aguentei. Corri para debaixo do chuveiro agarrando-a por trás enquanto a água
morna escorria pelo nosso corpo. E então aconteceu.

*Texto escrito em 2017. Pulicado com cortes.

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