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Crônica
 
Sobre preguiçosos laborais
Por: Marlene A. Torrigo

Nesse mês de junho, li em certo periódico uma psicóloga dissertando sobre pessoas preguiçosas nas corporações. Os predicados dela ao Ser Preguiça seguiam de negligente, desleixado, Ser à beira da inanição à Ser vadio. São preguiçosos de mente e corpo, afirmou ela. Foi quando me interessei sobre o que diziam outros intelectuais sobre os preguiçosos laborais. Pesquisando, descobri que eu estava certa sobre entender que certos trabalhadores chamados vadios, estão em verdade enfermiços, com doenças à exemplos de narcolepsia, depressão, Síndrome de Burnout, Síndrome da Fadiga Crônica, doenças reumáticas, doenças osteomusculares e portadores de dores crônicas.

Claro que é louvável uma pessoa estudar e trabalhar para alcançar os seus objetivos. Se alter ego e vaidade exacerbada não atrapalharem, felizes conquistas! E há os que tentam acompanhar os dínamos profissionais, porém suas limitações psíquicas e/ou neurológicas os impedem de sair-se bem, realizando trabalhos de baixa qualidade e inexpressivos, como afirmam os de QI elevado, intensificando o bullyng, como o da "inteligentíssima e brilhante" psicóloga citada no início do texto que entende tudo das tramas e dramas da vida. Na necessidade de trabalhar, algumas pessoas mesmo diante de suas fragilidades físicas e emocionais, conseguem manter seus empregos em meio a equipes arrojadas, não sem sofrerem assédio moral constante vindo de todos os lados, todos os dias! O chicote estala no lombo, agravando os seus males.

Mas existem vagabundos de verdade infiltrados nas empresas? Sim, geralmente são indivíduos saudáveis que desfilam em visível estado de ócio, fingindo-se doentes, nitidamente parasitando, empurrando tarefas suas para outros, amiúde roubando horas dos seus patrões. Destarte, algum desvio de conduta eles têm, pode-se chamá-los de corruptos laborais, sociopatas. Também, muitas pessoas que apresentam déficit laboral já foram dínamos profissionais, contudo, com o rolar dos anos e problemas de saúde, tudo foi cansando e cansadas elas, gradativamente, até mesmo sem perceberem, deixaram de corresponder às expectativas das empresas. Ficaram preguiçosas? Não. Apenas chegaram ao limite de suas forças físicas e mentais. Não querem ou não conseguem mais continuar na corrida pelo ouro.

E quem se propõe a ter tudo na vida, não leve tão em conta o provérbio “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso...” (Provérbios 6:6-11), porque um dia a exaustão mental e física vai pegar. Ah vai! Só não pegará quem tiver uma feliz morte antes disso, porque, se o “bicho feio” não pegar no decorrer da vida, há de pegar na velhice. A perda da capacidade funcional, perda de autonomia, perda de laços afetivos e dores crônicas tornam a velhice vulnerável, por mais feliz que a pessoa agora idosa tenha sido na vida ativa.

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