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Artigo
 
Antinatalismo psicótico (Jorge Hessen)
Por: JORGE HESSEN

Jorge Hessen
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Felizmente na Terra há inúmeros casais dispostos a investir muito dinheiro e submeterem-se a tratamentos médicos às vezes complexos para conseguirem tornar realidade o sonho de procriarem. Há casais, no entanto, que beiram à psicopatia, pensando justamente o contrário, ou seja, acreditam que trazer novas vidas (procriação) a um mundo superpovoado e com recursos limitados seria "uma falta de responsabilidade".
Creem os insanos casais que não é ético ter filhos em um mundo superpovoado, onde falta água e comida para muitas pessoas, onde estamos destruindo o meio ambiente, onde não paramos de consumir mais e mais recursos. A alucinação é tamanha que dizem que cada renascimento contribui com o sofrimento animal, pois os recém reencarnados vão consumir carne e contribuir com a matança de bois, frangos. (Pasme!!) Daí, expõem que o controle de natalidade, seria a única salvação para o mundo. Principalmente para a base da pirâmide social (os pobres).
Como se observa o argumento em tela, considera o antinatalismo, isso é , a posição filosófica que afirma que procriar é antiético, ou seja, o renascimento é uma tragédia cômica desnecessária que mergulha o ser renascido em um mundo de miserabilidade repleto de estupidez.
Os antinatalistas defendem a esterilização, o aborto, a adoção e buscam a extinção via não procriar. Nessa direção, os adeptos do movimento de extinção humana voluntária, argumentam que a atividade humana é a principal causa de degradação ambiental, e, portanto, se abster de procriar é a alternativa humanitária evitar os desastres humanos.
Obviamente a humanidade não pode acatar essa onda psicopatológica. Nós temos desejos: necessidades espirituais que a realidade muitas vezes é incapaz de satisfazer, e a espécie humana ainda existe porque limitamos a nossa consciência do que essa realidade realmente implica. A existência humana equivale a uma rede emaranhada de mecanismos de defesa, que podem ser observados individualmente e socialmente, em nossos padrões de comportamento diários. Portanto, ao extinguir-se a procriação, traria para a Terra , de maneira inevitável, a destruição da espécie humana.
Por fortíssimas razões, o benefício geral da procriação é maior do que o prejuízo da biodiversidade planetária, e ademais, a procriação é moralmente necessária para o progresso do Espírito pelas leis naturais da reencarnação.

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