Seleção de Livros! Clique e confira.

A casa dos grandes pensadores

Bem-vindo ao site dos pensadores!!!

| Principal |  Autores | Construtor |Textos | Fale conosco CadastroBusca no site |Termos de uso | Ajuda |
 

E-mail:
Senha
       
        Cadastre-se
Esqueci minha senha
Homepage
Pensadores
Lazer e informação
Citações
Textos Fantásticos
Poemando
Provérbios
Estatuto do poeta
Peão diz cada uma!
Bíblicos
Contos e poemas de Natal
Básico de violão
Livrarias
Informática
Artes
Jornais
Revistas
Música
Televisão
Infantil

MUSIPOEMA

MUSIPOEMA
A HISTÓRIA DO ROCK IN ROLL
SER MÃE
AMIGO É...
AMAR É...
 

 

Busca

 
 
 

 

Joaquim Saturnino da Silva
Publicações
Perfil
Comente este texto
 
Crônica
 
O caminho
Por: Joaquim Saturnino da Silva

O caminho
Andar, é meio que uma profissão e para quem sabe onde colocar os pés é um saber especial, posto que é uma determinação consciente de quem sabe qual é seu Norte.
Aquele que sabe a importância do ser, sempre adiante da ilusão do ter, pratica naturalmente o desapego, pois descobriu que propriedade é algo inexistente, apenas ficção. Assim, a vida que pensamos ter, na verdade é um estado de ser. Apenas somos, nada temos. Uma dádiva que sentimos apenas em vislumbres e, dentro dela, existimos por uma razão que ainda não compreendemos nem um décimo do inteiro.
Por isso nós homens, enquanto pensamos que temos, esquecemos que somos e a ocupação com o ter mata em nós a luz inata do ser. Assim murcha a cada dia o estado de lucidez que surgiu quando surgimos. E o homem vai se “emburrecendo” , se decompondo, gradativamente até atingir a loucura daqueles que creem saber tudo, pois estudaram muito.
Nossa vida é apenas um caminho que percorremos sem atenção pelo simples, o belo, como aquela nossa alegria da criança que fomos. Perdemos a noção natural que tínhamos, sem pensar, que o caminho sempre foi tudo. O estar ali, existindo, sem perguntas superficiais sobre como e por quê. E o pensar se tornou o jugo da existência.
Deste modo, nosso descuido com nosso caminho, sem o necessário carinho por ele, deu-nos as decepções e a doença do século como resultado final: a depressão.
Tornamo-nos apenas e simplesmente clientes dos laboratórios da irresponsabilidade. Vítimas dos traidores do juramento de Hipócrates. Mas, é preciso lembrar que as vítimas sempre são cumplices de seus algozes.
Voltemos, cada um ao seu caminho.

 Comente este texto

 

Comentário (0)

Deixe um comentário

Seu nome (obrigatório) (mínimo 3, máximo 255 caracteres) (checked.gif Lembrar)
Seu email (obrigatório) ( não será publicado)
Seu comentário (obrigatório) (mínimo 3, máximo 5000 caracteres)
 
Insira abaixo as letras que aparecem ao lado: dKaG (obrigatório e sensível. Utilize letras maiúsculas e minúsculas;)
 
Não envie mensagem ofensiva e procure manter um intercâmbio saudável com o seu correspondente, que com certeza busca dar o melhor de si naquilo que faz.
Seu IP será enviado junto com a mensagem.