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Humor
 
MOIÔ O REGO, JÁ ERA!
Por: Tolentino e Silva

Certo dia um tropeiro, ao perceber que não dava para continuar sua jornada, em virtude da forte chuva que caía sobre a região e já estava escurecendo, resolveu juntar o gado numa baixada e pediu pousada numa casinha nos arredores. Ele usava um enorme capote que cobria ele e o animal, mas já estava encharcado. Chegou até a porta e chamou. Apareceu um senhor, com ar de moço bom e vendo o tropeiro com seu capote demasiadamente molhado, o convidou para entrar e perguntou: - moço, cumé cocê guenta viajá pra tão longe quessa Capa moiada destanto? Tirando o capote, encostou-se no fogão à lenha, para se aquecer, respondeu:
- oia moço, cumé memo o seu nome?
- Bastião, respondeu o dono do rancho.
- poisé seu Bastião, eu num impolto com distança, chuva, vento, noite, sol quente não, sabe? Mai vou contá procê: eu viajo inté num moíá o rego, moiô o rego eu me froxo. Num sei puiquê, mai num dá, num dá memo pra continuá viage com rego moiado.

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