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Crônica
 
VIRGINÓPOLIS
Por: Tolentino e Silva

Minha querida cidade, berço que me embalou, que me viu crescer. Embora tenha me distanciado (Brasília), minhas visitas eram constantes. Hoje, mais próximo, (Gov Valadares), quinzenalmente visto a cidade e amigos. Na Igreja Nossa Senhora do Patrocínio fui batizado, crismado e fui coroinha, na época do vigário João Avelino Reis (17/01/1960) a 16/06/1961). A única coisa que me entristeceu, foi a demolição do Grupo onde estudei, o Grupo Escolar Nossa Senhora do Patrocínio, para dar lugar ao Fórum. Foi por uma boa causa. Virginópolis é uma linda cidade. Pacata, hospitaleira, onde a vida passa devagarzinho, sem o stress das cidades grandes. Carinhosamente é apelidada de VGP, que talvez tenha sido em razão da abreviatura usada pelos Correios. Na época em que trabalhei na empresa, era assim que identificavam o município. Foram 43 anos: metade DCT/ECT, outra metade no Ministério das Comunicações em Brasília e Belo Horizonte. Um monumento que chama a atenção dos visitantes é a Capela de Nossa Senhora do Patrocínio, localizada na Serra Zé Daniel. Para se chegar até ela é preciso escalar uma escadaria com 511 degraus, considerada uma das maiores escadarias de igreja do mundo, idealizada pelo ex-morador Walter Passos e pelo padre holandês Pedro Daalhuizen. Em terreno doado por Dona Maria da Penha Coelho, os próprios moradores, em regime de mutirão, realizaram a grandiosa obra. "Sentamos e decidimos que cada degrau representaria uma família ou pessoa que quisesse ajudar. Anotei cada nome numa lista, à medida que apareciam os colaboradores", conta o padre. Isso aconteceu na década de 1980.

Fonte: Algumas informações foram colhidas no jornal “O Tempo”, de 15/03/2008

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