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Copa: final mais que justa
Por: YÉ GONÇALVES

A Copa/2018 chegou ao final mais que justo. Aliás, coroado de justiça e de glórias que ficarão registradas na memória, principalmente pela campanha inédita dos irmãos croatas.

Esperávamos os shows das estrelas. Ansiávamos ver o futebol dos astros da mídia, a exemplo de Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar Jr. Até imaginávamos que um desses seria agraciado o melhor da Copa/2018.

O que a maioria das pessoas, e dos especialistas em assuntos de futebol, não esperavam? Não esperavam o massacre da Croácia sobre a Argentina, com placar elástico de 3x0. Dom Diego que o diga!

Não esperavam a eliminação da gigante Alemanha logo na fase de grupos. Não esperavam o desfecho da Copa sem o trio estrelado composto pelos referidos acima.

Entretanto, com toda a justiça e glória, assistimos aos belíssimos concertos elegantes da seleção uruguaia, regidos pelas mãos abençoadas do Maestro Tabárez, que elegantemente cedeu lugar à consistente seleção da França, não precisando sair à francesa, mas com todo o mérito conquistado.

Assistimos à luta, à entrega, por parte dos guerreiros Croatas, que fizeram bonito, dando voltas e mais voltas por cima, vencendo as barreiras das prorrogações e das penalidades máximas, lutadores abnegados que sabem valorizar o que fazem, sem se quedarem, em nome do povo e da pátria croata.

Assim, a Copa/2018 chegou ao seu final feliz, ao seu final coroado de justiça e de glória. De um lado a seleção da França, técnica e taticamente consistente, dando sinais de que já sabia do seu destino na competição. Por outro, a seleção da Croácia, numa verdadeira ópera deixando registrado os seus momentos épicos, em harmonia estelar vencendo desafios.

Agora é aguardarmos a chegada do dia decisivo e aplaudirmos, de pé, esses heróis finalistas e, também, trazermos conosco, cada um em particular, esses brilhantes exemplos para a nossa vida do dia a dia, dentro e fora do futebol.

Muito obrigado e até a próxima oportunidade!

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