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Crônica
 
BRASILEIROS CLAMAM PELA PAZ
Por: Tolentino e Silva

Estamos vivendo momentos de ódio, de rejeição, de discriminação racial e religiosa, principalmente nesses momentos de crise e eleições, onde se julgam culpados ou inocentes, cada um ao seu próprio crivo, bel-prazer, sem qualquer parâmetro legal e ético, que seja do seu conhecimento. Somos um povo provindo de várias raças, transformadas em etnias, cada uma com suas particularidades. Um povo mesclado originalmente, porém, filho do mesmo Pai, não havendo nenhuma razão para diferenciarmos uns dos outros pelo poder aquisitivo, grau de instrução, raça, religiaõ e cor. Aliás, a composição étnica brasileira é basicamente oriunda de três grandes e principais grupos étnicos: os indígenas, os africanos e os europeus. Irmãos, portanto! Talvez, o ódio enraizado entre as pessoas, que causa danos irreparáveis à sociedade e que precisa ser erradicado, venha acontecendo após grupos isolados, tomarem conhecimento da teoria sobre as raças humanas que surgiu nos séculos XVIII e XIX, idealizada pelo filósofo Francês Joseph Arthur de Gobineau (1816-1882), considerado o “pai de racismo moderno”, defensor da ideia de superioridade da raça branca. Esse “bendito” senhor esteve no Brasil, em missão diplomática, no ano de 1869, enviado por Napoleão III. Segundo o portal infoescola.com, demonstrou grande repulsa pela nação. Provavelmente esse censurável episódio tenha acontecido devido à grande quantidade de negros (escravos) naquela época, de cuja raça certamente tinha repugnância. A título de reflexão, leia o que Papa Francisco escreveu: “Precisamos lançar, também sobre a cidade onde vivemos, este olhar contemplativo, isto é, um olhar de fé que descubra Deus que habita nas suas casas, nas suas ruas, nas suas praças (…), promovendo a solidariedade, a fraternidade, o desejo de bem, de verdade, de justiça,(1) por outras palavras, realizando a promessa da paz.”
(Papa Francisco para, o “Dia Mundial da Paz” 2018)

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