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Conto
 
Ecos de esperança
Por: Marlene A. Torrigo

A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela)

Confesso que tenho me mantido bastante pessimista em relação ao futuro do Brasil. Vejo-o transformado em um regime de Ditadura ou transformado numa Venezuela. E não com uma visão muito distante.
Por causa de convicções políticas (e/ou religiosas) tenho visto pessoas usando um vocabulário prejudicial e ofensas degradantes, expressando-se com grande ódio. Pessoas que assim agem tiveram a melhor educação possível? Não sei. Talvez tenham tido, mas para elas de nada lhes serviu terem aprendido as normas e princípios que regem uma sociedade.
No mundo existem milhares de sociopatas. Narcisistas e ególatras, não existe milagre que os impeça de se libertar da síndrome da maldade. Infelizmente, um líder, que seja um sociopata funcional, consegue manter essa situação sob controle, ou seja, os efeitos da sua sociopatia não afetam muito a sua interação com outras pessoas, conseguindo enganar muito bem, fazendo-se pessoa boa e carismática, contudo, em verdade, ela é hábil manipuladora, tendente à mentira, à inveja (do sucesso de outrens) e ao ódio camuflado de falsa bondade.
Entretanto, a minha desesperança encontra ecos de esperança quando vejo professores dando o melhor de si para a educação, apesar dos seus péssimos salários e de serem ignorados em suas justas reivindicações.
Boas escolas, públicas ou particulares, têm sim, promovido diversidade de aprendizado tendo como objetivo a leitura e incentivo aos esportes e Artes várias. Vários professores têm estimulado jovens a se descobrirem escritores. E eles tem dado conta do recado. Tenho lido poesias e textos de alguns deles muito bons. A galera infanto-juvenil também tem sido incentivada a fabricar livros artesanais e muitos outros trabalhos dinâmicos que requerem imaginação e vontade de aprender. Como são bons nisso!
Também, passeios escolares em teatros, zoológicos, museus, circos, exposições, tudo contribui para edificar a imaginação dos jovens cérebros. Bons professores sabem que a imaginação é a porta para a criação.
Sinceramente, eu não aprovo o ensino religioso em sala de aula. Pondero que quem deva arcar com a responsabilidade do ensino religioso sejam doutrinadores, respeitando-se o credo de cada um (ou não credo). E se a religiosidade se faz necessária para a dimensão transcendente da vida humana, que seja aconchegada no espírito sem infligir medos e temores surreais nas crianças.
Assim, será dessa turma de meninas e meninos ensinados a respeitar culturas, credos, raças, gêneros, será deles que emergirão bons profissionais, bons mestres, bons líderes. Assim seja!

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