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Conto
 
Aquarela
Por: Marlene A. Torrigo

Não consigo aquietar meu coração.
Quero cálidos sonhos romanescos descortinando os portais da eternidade.
Quero rumorosas e vivas manhãs descortinando alegres raios de sol.
Quero a felicidade segurando firmemente a minha mão, levando-me ao mundo das utopias de uma aquarela colorida.
Quero-a fazendo-me retornar à realidade; espantosa realidade dos vivos.
Novamente quero-a me buscando, levando-me não sei onde, para pintar exatamente não sei o quê.
Talvez para passear no infinito, talvez para perder-me em algum labirinto, talvez para ir além do meu destino, desviar-me dele, abnegando-o, fazê-lo fantoche dos meus desejos.

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