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ANTONIO CARNIATO FILHO
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Poema
 
VOLTO-ME À TI
Por: ANTONIO CARNIATO FILHO


Aqui ao som de águas sonoras,
Sentado solitário em doces horas
Lembrei-me de ti, de teu olhar,
Aqui, muitas vezes vi morrer o dia,
Tu vinhas sorridente com alegria,
Com doce sonho me olhar.

Essa saudade, a poesia enramada,
Uma efêmera e ardente dor eclipsada,
Mudos tempos, longe vão,
Cada banco, cada flor, guarda uma história,
De amor e carinho, cuja memória,
Entristece e amarga o coração.

Não está mais o coreto sombrio,
A vista se estende no jardim vazio,
Onde está o canteiro de rosas? Alguém tirou.
Quanta vez te olhava sorridente,
A me olhar com os olhos ternamente,
Quanto amor por ti chorou!
Volto-me a ti a relembrar todas as flores;
Plantadas no jardim dos nossos amores,
Quanto sentido se dá
A sorte, que antes era piedosa.
Escuta minha queixa carinhosa
E aqui mais uma vez está.

Como hoje, a tarde estava fria,
Triste o sol, no ocidente despedia,
Sua moribunda luz:
Suspirava a brisa nua
Os primeiros raios da lua,
Com a saudade que seduz.

ANTONIO CARNIATO FILHO – 16/09/2018




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