A casa dos grandes pensadores

Bem-vindo ao site dos pensadores!!!

| Principal |  Autores | Construtor |Textos | Fale conosco CadastroBusca no site |Termos de uso | Ajuda |
 
 
 

 

Matheus Oliveira Borges
Publicações
Perfil
Comente este texto
 
Poesia
 
Desculpem, filhos.
Por: Matheus Oliveira Borges

Sei que são heroicos e bradam de maneira retumbante quando injustiçados ou maravilhados.
Se estamos libertos, o sol está fugindo ou querem, ao menos, que aconteça ou não se estabeleça.
Sua mãe, querem idolatrar, não sei o porquê, pois não foi ela que criara vocês.
Oh, raio!! Quem me partiu? Preciso de salvação, pois matam intensamente o meu sonho.
O amor e a esperança quase que se esvaindo, a fé tenho e oxalá que persevere.
Apesar de buscarem apequenar a natureza de sua mãe, eu sei que ela é bela, só se deixa ser explorada por terras distantes ou por patrícios não patriotas.
O berço, de tão esplêndido, lhes fora tirado e ela prepara a vossa cama. A mãe de vocês já fora mais gentil.
A paz não pode ser forjada com tanta dinheirada, a clava da justiça se afina e corre-se o risco de não ter mais o seu apoio.
Foge, ó morte, dos meus filhos! Não a temam, nem a adorem, apenas a vençam sem contar com a sorte.
Sua mãe, Pátria, ainda deve ser amada, mas nunca adorada, sempre a respeitem, jamais a rejeitem, a queiram bem.


 Comente este texto
 

Comentário (0)

Deixe um comentário

Seu nome (obrigatório) (mínimo 3, máximo 255 caracteres) (checked.gif Lembrar)
Seu email (obrigatório) ( não será publicado)
Seu comentário (obrigatório) (mínimo 3, máximo 5000 caracteres)
 
Insira abaixo as letras que aparecem ao lado: dMJM (obrigatório e sensível. Utilize letras maiúsculas e minúsculas;)
 
Não envie mensagem ofensiva e procure manter um intercâmbio saudável com o seu correspondente, que com certeza busca dar o melhor de si naquilo que faz.
Seu IP sera enviado junto com a mensagem.