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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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O que deu o que falar?
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

A importância na visão individual


Tem notícia que vira o tema nas rodadas de conversas nos mais diversos ambientes que as pessoas compartilham. Qual das últimas foi eleita a preferida dos brasileiros? O soco do Neymar no torcedor, após perder o título do campeonato francês para um time inexpressivo? A morte da cantora Beth Carvalho, considerada a “madrinha do Samba”, aos 72 anos? O pedido do presidente Bolsonaro para o presidente do Banco do Brasil reduzir os juros? Ou as declarações do ministro das Relações Exteriores sobre a crise política na vizinha Venezuela? Haja opção!
Certamente as manifestações sobre a morte da cantora Beth Carvalho foram as mais carinhosas e cheias de reconhecimento pelo que ela representou no meio musical brasileiro. Afinal, com mais de 50 anos de carreira, era uma pessoa muito conhecida, admirada e respeitada. Vinha com problemas de saúde há algum tempo, mas ainda demonstrava vontade e disposição para se apresentar ao público. Os saudosistas não esqueceram quando ela cantou Andança, há mais de 50 anos, no III Festival Internacional da Canção. Deixará sua marca na história do país.
Quanto ao jogador de futebol Neymar, que vinha de uma paralisação devido uma lesão no pé direito, para os críticos ferrenhos do seu comportamento, inclusive extracampo, o fato prova que a sonhada maturidade esperada é algo que nunca acontecerá. Por isso, rapidamente já circularam notícias nas redes sociais sobre a possibilidade dele não ser convocado para a Seleção Brasileira que disputará a Copa América, que será realizada no Brasil a partir de junho deste ano.
No campo da política interna, o assunto sobre o pedido da queda de juros foi visto com preocupação da diretoria do Banco do Brasil. Depois, em entrevista ao jornalista Datena, da Rede Bandeirantes, o presidente declarou que se tratou de uma brincadeira, pois seguirá a decisão de não interferir na gestão desta estatal. Isso foi reforçado pelo presidente do Banco de Brasil, Rubem Novaes que disse "A imprensa está perdendo o senso de humor. Revejam o tom da fala do presidente Bolsonaro". Justificativas à parte, assunto sério não pode ser tratado como brincadeira.
Externamente, persiste a pendenga sobre a cassação do presidente Nicolás Maduro e a ocupação definitiva do cargo pelo autoproclamado Juan Guaidó, que tem o amplo apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A mídia exibiu as declarações das autoridades brasileiras ligadas ao assunto, ficando entendido que o Brasil não intervirá no sentido de participar na deposição de Maduro para empossar Guaidó. Se não houver outra declaração posterior mudando tudo que disseram, o problema será lidar com a chegada dos que fogem de lá para cá.
Uma declaração também chamou a atenção de quem se preocupa com o funcionamento da Justiça no país. O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal) falou na Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos, criticando a atuação de alguns colegas. Dizer que o STF “é um obstáculo na luta contra a corrupção no Brasil” e que ministros têm “mais raiva” de procuradores e juízes “do que de criminosos que saquearam o País”, irritou os demais. Apesar disso ser dito no dia 25/04/2019, o assunto vai dar muito pano para as mangas.
Fora essas novidades, permanece nos holofotes, diariamente, apesar do que acontece no resto do mundo, a aprovação da bendita Reforma da Previdência, a tábua de salvação do país. A pressão dos grupos financeiros internacionais, da classe empresarial e do governo com seus aliados é tanta que chega às raias do terrorismo. Como o desempregado raciocina quando ouve que sem essa aprovação não haverá investimento e, consequentemente, trabalho? O foco nisso é tamanho que até esqueceram, por alguns momentos, a inadiável privatização das estatais.


J R Ichihara
30/04/2019

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