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Crônica
 
Tributo às mães
Por: YÉ GONÇALVES

Hoje é o dia delas, todo delas! É a ordem do dia!

Na inscrição estava escrito em letras maiúsculas: MAE...

Fiquei surpreso! A palavra “mãe” sem o sinal gráfico “til”???!!!

Fiquei pensativo!!!

Mas, logo depois, me conformei e percebi que a palavra “mãe” sem o til só pudera ter sido de propósito, talvez uma “pegadinha”.

Eh! Ou não seja a palavra “mãe”, mas sim uma sigla “MAE”.

E essas iniciais me levaram a imaginar a importância tão relevante e tão profunda dessa sigla com a intenção de homenageá-las, vejam só:

M= Manancial;

A= Amor;

E= Eterno.

Logo: A sigla “MAE” realmente, a meu ver, foi intencional ao atribuir às mães a qualidade de “manancial de amor eterno”.

É isso mesmo! Manancial de amor eterno!

Podemos até agrupar, ou melhor, aglutinar essas três palavras formando o vocábulo “Materno”.

Logo: Manancial de amor eterno, em sua forma aglutinada, seria “Materno”.

É o amor materno! Essa aglutinação foi apenas fruto da minha imaginação, para que possamos ludicamente entender e compreender o sentido do amor materno.

A palavra “mãe” é expressa, pelos filhos, nas mais variadas entonações possíveis, considerando as ocasiões e os costumes regionais.

Quando o filho está longe e/ou desinteressado diz: - Ei, mãe!

Mas quando está interessado em algo material ou num carinho, vem com jeitinho: - Ei, mãezinha!

Quando crianças, nos primeiros momentos da fala, aprendemos a dizer: - Mamãe!

Pelas regiões do nordeste de Minas Gerais, precisamente nos vales do Mucuri e do Jequitinhonha, e adentrando pelo nordeste do Brasil, é do costume, é cultural, a expressão: - Mainha!

Mas, quando queremos homenageá-las, costumamos solenemente referir a elas com a expressão: - Rainha do Lar! Dentre outras...

O certo é que independentemente das formas de se expressar “mãe”, “mamãe”, “mãezinha” ou “mainha”, o amor materno se manifesta através das mães prudentes e conscientes dessa missão tão sublime de promoção de um mundo melhor, em busca da verdadeira fraternidade.

E que os filhos assumam o dever de cooperar com essa missão divinamente sublime!

O amor materno se manifesta na renúncia a si mesma;

nas noites acordadas no aleitamento do filho recém-chegado;

nas lágrimas derramadas pelo filho ausente;

nas preocupações com o filho pródigo;

e assim por diante...

Mas, também, na alegria da chegada do recém-nascido;

na alegria de vê-lo trocar os primeiros passos e balbuciar as primeiras palavrinhas;

quando no aprendizado das primeiras letrinhas;

quando o filho cresce e se realiza profissional e moralmente na sociedade onde está inserido.

O amor materno é a expressão do amor divino na realização dos propósitos da criação, oportunizando aos espíritos imortais a marcha evolutiva na senda do progresso moral e espiritual.

Mãe é rainha do lar, é mamãe, é mãezinha e é mainha!

É amparo nas horas difíceis;

é consolo nos momentos de choro e de aflição;

é companhia de todas as horas;

é perdão instantâneo;

é verdadeira renúncia de si mesma;

é realmente manancial de amor eterno!

Que todos nós: mães, pais e filhos tenhamos um

FELIZ DIA DAS MÃES!!!

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