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Zélia Mendonça Chamusca
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Poema
 
JÁ NÃO HÁ VERÃO
Por: Zélia Mendonça Chamusca

JÁ NÃO HÁ VERÃO

Está toda a natureza destruída
pela mão do mais feroz animal
Não tem qualquer respeito pela vida
causando no planeta tanto mal

Encobriu-se o sol já não há verão
nem lua a brilhar em noites de luar
Já nada mais resta que a destruição
e a lua triste escondida a chorar

O sol brilhante da minha infância
que iluminava a Terra sorridente
não existe porque é tanta a ganância
que destrói o mundo completamente

Encobriu-se o sol já não há verão
que me acariciava tão meigamente
nas tardes longas e quentes de então
restando a memória tão simplesmente

Agora é tudo tão negro de inverno
e a natureza cansada resiste
até sucumbir nas chamas do inferno
em que a mão humana e cruel insiste.
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Zélia Chamusca
2019-08-04

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