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Sonetos
 
SONETO GOTAS LENTAS DE SOLIDÃO
Por: Vilma Oliveira

Toda noite eu esvazio meu coração, mas pela manhã
ele está cheio de novo. Gotas lentas de ti se infiltram
através da suave carícia da noite. Deito em meu divã.
Ao amanhecer, eu transbordo e as ideias se alastram

em pensamentos sobre nós. Um prazer quase doloroso
que não me deixa descansar. O amor não pode ser contido.
O envoltório Real do desejo se rompe num choque copioso.
Ruidosamente, espalhando carmesim através dos gemidos.

Longos dias, que agora estão cheios de lamentos que passo
buscando vestígios, um perfume, um suspiro que tu deixaste
para trás. O sol tocou tua mão com força, vermelho e quente,

queimando diretamente na pele clara do pulso sem compasso.
E, quando fechou os olhos apertando com força, tu silenciaste.
O calor ainda brilhava nas pálpebras como brasa ardente...!

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