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Sonetos
 
SONETO DA ÚLTIMA CONTEMPLAÇÃO MINHA
Por: Vilma Oliveira

Teus braços são remos de marfim abrindo as águas,
trazendo a curva doce das ondas no riso misterioso
das profundidades. O luar prateado cheio de mágoas
que à noite faz fulgir. São gotas do orvalho precioso

que se dissipa urgente como rendas d’estrelas a vagar.
Tuas asas mortas são como essas flores desfolhadas,
em redor dum esquife negro, onde permanece teu olhar
perdido sob o véu branco em meio a esse quase nada...!

Esvaiu-se a última esperança minha... tudo foi um sonho!
Um belo castelo de areia que desmoronou sozinho...
Frente a um temporal devastador, qual um verso tristonho

invadiu meu coração e me transformou em conselheira.
Eu te contemplo de longe, mas, de tão perto teu carinho
me consola e me alimenta enquanto a vida for ligeira...!!






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